A Prefeitura de Araucária decidiu esta semana que os alunos da Escola Municipal João Sperandio, que pode cair a qualquer momento, serão transferidos nos próximos dias para as dependências da Faculdade Educacional Araucária (Facear). Ao todo, a Prefeitura vai locar 12 salas, que serão usadas em dois períodos (manhã e tarde). “A Facear irá destinar todo um bloco do prédio para os nossos alunos”, explicou a secretária de Educação, Ivana Chemello Opis.

A previsão era de que as aulas já se iniciassem na Facear na próxima segunda-feira, dia 7. Entretanto, a Secretaria Municipal de Educação (SMED) ainda está acertando os últimos detalhes do transporte destes alunos de casa até o novo prédio. “Ainda queremos retomar as aulas na próxima semana”, garantiu a secretária.

É normal que a SMED encontre dificuldade em acertar o transporte dos alunos da Escola João Sperandio até a Facear. Afinal, as instituições ficam em lados opostos da cidade, há quilômetros de distância uma da outra. “Inicialmente tínhamos pensado em locar um barracão que há nas proximidades da Escola João Sperandio, adaptando o espaço com divisórias, ventiladores e toda a infra-estrutura necessária, dentro das limitações do espaço, claro, para que funcionários e alunos tivessem as condições necessárias para estudar. No entanto, a direção e professores da instituição pediram que a nossa secretaria providenciasse um outro local para que as aulas fossem realizadas” explicou Ivana.

Valores
A previsão é que a SMED gaste cerca de R$ 20 mil por mês para manter os alunos estudando na Facear, enquanto a reforma da “escola que pode cair” não fica pronta. Ainda segundo Ivana, a Prefeitura vai requerer, na ação que será movida contra os responsáveis pela reforma e ampliação da instituição de ensino, os valores que serão gastos para manter os alunos estudando na Facear.

Sem solução
Se o problema dos alunos do João Sperandio, já está resolvido, falta ainda decidir o que será feito dos estudantes do Colégio Estadual Araucária, que também usam aquele prédio para estudar a noite. Segundo o chefe do Núcleo de Educação – Área Metropolitana Sul – em Araucária, Alexandre Cordeiro Leal, ainda não está definido para onde os alunos vão. É possível, inclusive, que eles continuem usando o prédio condenado. Uma temeridade. “Vamos nos reunir na próxima segunda-feira com a chefe do Núcleo e a SMED para decidir o que será feito” resumiu.

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