O presidente da sigla, Rivadal Padilha, e Osvaldo Marcondes não se entendem e prejudicam imagem do diretório local

O diretório local do Partido dos Trabalhadores (PT) está em pé-de-guerra entre dois de seus principais filiados. De um lado está o presidente do partido, Rivadal Padilha e do outro está Osvaldo Marcondes, uma lideranças expressiva da sigla. A briga já vem de longa data, mas se acirrou desde que o PT passou a integrar a base de apoio do prefeito Olizandro.

Pessoas ligadas aos dois protagonistas desta crise petista garantem que a disputa é pelo comando do partido. Parece pouco. Mas não é. Desde que passou a apoiar o atual prefeito, o PT ganhou o direito de nomear quatro cargos em comissão dentro da atual gestão. Prática comum em todas as esferas de governo. Nesta divisão, Rivadal ficou com a melhor fatia: uma das diretorias da Cohabitar e um salário de mais de R$ 7 mil. Já Osvaldo foi nomeado na assessoria eclesiástica da Prefeitura, como CC4.

Salário de pouco mais de R$ 2,5 mil. Os dois cargos restantes foram entregues a outros petistas. Até aí tudo bem, acontece que Osvaldo não teria gostado do quinhão que lhe coube e desde então ele e Rivadal teriam iniciado uma verdadeira batalha dentro do partido. O Conselho de Ética do PT, inclusive, até abriu um processo disciplinar para averiguar a conduta de Osvaldo. Este, por sua vez, conseguiu que o diretório estadual da legenda intervisse no Conselho de Ética do diretório local e suspendesse os trabalhos do grupo até segunda ordem.

Como se não bastasse essa confusão toda, Osvaldo diz agora que Rivadal teria lhe acusado de ter roubado R$ 50 do partido e que por isso garante que vai processá-lo. O presidente local da legenda nega que tenha feito a tal acusação, mas prefere não fomentar mais a discussão. “Ele diz que vai me processar faz tempo, mas até agora nada. Prefiro não falar mais sobre o assunto até que exista algo de concreto”, diz Rivadal.

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