Como define a artista Gilmara Ribeiro e o curador da exposição, Marcos Drewniak, “Papel Paraná” é um encontro de trocas e pinceladas que celebram a existência, nutrem alegrias que desconstrói o óbvio ao permitir e inflamar enfrentamentos. Em seus trabalhos, Gilmara imprime o mundo da forma como seus olhos o vêm e, como afirma Marcos, deixa escorrer em sentidos variados que se misturam e absorvem e se transformam e passam a existir plenos.

Em “Papel Paraná”, as obras de Gilmara são coloridas e repletas de elementos e fragmentos, recortes da natureza e do cotidiano. “É um suave duelo entre o orgânico e o sintético, algo em torno das tendências contemporâneas, sobre os entornos e contornos do universo espetacular da natureza. Gilmara Ribeiro ousa sem exageros e propõe em Papel Paraná um espetáculo de cores que traduz essências emocionais nossas que escondemos e sufocamos”, finaliza Marcos.

A exposição pode ser vista de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h30; sábados, domingos e feriados das 13h às 17h, no Museu Tingüi-Cuera.