Ao longo dos últimos dias, alguns leitores de O Popular entraram em contato com nossa redação questionando acerca dos desdobramentos de uma situação de tentativa de sequestro de uma criança na região do Campina da Barra.

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Informamos a essas pessoas que tal situação não existiu. Que não há registros de tentativa de subtração de criança ou algo parecido denunciado aos órgãos de segurança do Município em períodos recentes.

O problema é que apesar de estarmos falando de uma situação de tentativa de sequestro que não existiu, é fato que circulou pelas redes sociais um vídeo em que se cogitou de maneira irresponsável tal possibilidade.

Situações como essa – novamente – confrontam o jornalismo profissional com aquilo que é o maior desafio da atualidade para a imprensa séria: a desinformação!

Precisamos todos tomar cuidado com esse tipo de conteúdo! Afinal, de certa forma, conteúdos que aventam a possibilidade de crianças estarem sendo subtraídas de seus pais enquanto caminham pelas ruas tem um potencial gigantesco de causar medo, comoção e não invariavelmente uma histeria coletiva.

Assim, novamente, fica sempre a dica a todos que utilizam as redes sociais para compartilhamento de informações: não proliferem desinformação. Reflitam sobre o conteúdo postado antes de compartilharem. Se perguntem se aquela situação é crível mesmo. E, principalmente, se estiverem diante de um conteúdo muito sensível, verifiquem se órgãos de imprensa consolidados abordaram o tema de maneira jornalística. Isso evita muitos dissabores a todos os envolvidos!
Pensemos todos nisso e boa leitura.

Edição n.º 1499.

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