Um olhar poético e espiritual sobre o outono nos conduz para a beleza da fragilidade!

Ser humano é ser frágil e vulnerável como as folhas de outono!

Vem a brisa, as folhas balançam; a brisa se torna vento, ou vendaval,
a folhas se desprendem… dançam no ar… caem aos milhares… até tocarem e beijarem o solo!

As vivências mais profundas da vida dão-se nas quedas!

A humildade é a mais bela e evolutiva das virtudes!

Aceitar a condição humana é ter consciência de que nem sempre estamos na plenitude de nossas forças!
Aprende-se assim que ser forte não é camuflar as fraquezas, mas ser mais compreensivo, mais

compassivo, mais amável!

É aprender a não julgar, não criticar, não condenar, nem a si próprio, nem o outro!

Edição n.º 1508.