Clínica IMA inova com equipamento de densitometria óssea de última geração
A densitometria óssea é um exame rápido e não invasivo, essencial para avaliar a saúde óssea, a composição corporal e o metabolismo
O IMA – Instituto de Medicina de Araucária inovou no atendimento aos pacientes, ao adquirir um equipamento de solução avançada, de última geração, para medição da densidade mineral óssea em conjunto com a opção de composição corporal e outras avaliações diagnósticas.
A densitometria óssea por dupla emissão de raios X (DXA ou DEXA) é um exame rápido, indolor e não invasivo, que apresenta utilidades fundamentais tanto na avaliação da saúde óssea quanto na análise da composição corporal e do estado metabólico do paciente.
O médico Rafael Moreno Zattoni Gomes Barbosa, especialista em Radiologia e Diagnóstico por Imagem, explica que as principais utilidades do equipamento se dividem em duas grandes frentes: no Diagnóstico e Monitorização da Saúde Óssea e na Avaliação da Composição Corporal (DXA de Corpo Total).
Na primeira frente, o “Diagnóstico e Monitorização da Saúde Óssea”, é possível, através de um método de imagem padrão, obter o “Diagnóstico da Osteoporose”, identificando a perda gradual de massa mineral e as alterações na estrutura dos ossos que os tornam mais frágeis e suscetíveis a fraturas. É realizada principalmente na coluna lombar e no quadril.
Na “Avaliação do Risco de Fraturas”, o exame permite calcular o risco de o paciente sofrer fraturas osteoporóticas nos 10 anos seguintes (através do algoritmo Frax MT), cruzando dados do exame com fatores como peso, idade, histórico pessoal e familiar de fraturas, e hábitos de vida (como tabagismo e consumo de álcool).
“Acompanhamento do Tratamento”: É utilizado para monitorizar a eficácia do tratamento para osteoporose ou de outras doenças que causem perda mineral óssea, permitindo verificar de forma rotineira se houve alterações significativas (ganho ou perda) na densidade óssea.
A segunda frente é a “Avaliação da Composição Corporal (DXA de Corpo Total)”. Quando realizada na modalidade de corpo inteiro, a densitometria permite analisar detalhadamente os compartimentos corporais, dividindo-os em gordura, osso e massa magra (músculos, vísceras e água).
É possível através do exame a “Determinação do Índice de Gordura Corporal (FMI)”: Ao contrário do IMC tradicional (que mede o excesso de peso geral, mas não distingue gordura de músculo), a DXA calcula especificamente o índice de gordura, fornecendo valores de referência individualizados para homens e mulheres.
A “Avaliação da Distribuição de Gordura” é importante para distinguir a gordura ginoide (concentrada nas coxas e quadris) da gordura androide (concentrada no abdômen). Permite medir com precisão o tecido adiposo visceral (VAT), para ajudar a avaliar riscos de hipertensão, diabetes e doença coronária decorrentes do excesso de gordura visceral.
Já a “Avaliação da Massa Muscular e Sarcopenia” mede a massa magra dos membros. Isto auxilia no diagnóstico de sarcopenia — a perda generalizada e progressiva de musculatura esquelética ligada a maior ocorrência de quedas, limitações físicas e fraturas em idosos.
“A análise de composição corporal por DXA é altamente recomendada para avaliação do status nutricional em casos de obesidade, desnutrição ou acompanhamento pós-cirurgia bariátrica e, mais recentemente, durante e após o uso de medicamentos emagrecedores; na monitorização do resultado de dietas e prática desportiva; no acompanhamento de doenças crônicas que afetam o corpo, como a anorexia nervosa e condições inflamatórias; e no diagnóstico e acompanhamento de distúrbios de distribuição de gordura, como a lipodistrofia e linfedema”, explica o médico especialista Rafael Moreno Zattoni Gomes Barbosa.
Para obter mais informações sobre o exame de densitometria óssea por dupla emissão de raios X, entre em contato com a Clínica IMA no fone (41) 3642-3872, ou pessoalmente na Rua Pedro Drusccz, 584, Centro.

Edição n.º 1948
