O ano de 2020, com certeza, tem feito com que tenhamos que reaprender uma série de coisas. Situações do dia a dia como cumprimentar as pessoas já não são mais possíveis de se fazer como fazíamos em 2019. Nada de aperto de mão, beijos ou abraços.

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A interação com colegas de trabalho, familiares, vizinhos, entre outros também está tendo que ser adaptada. Isso porque, enquanto vivermos com o temor de uma doença que ainda não tem cura específica, a precaução segue sendo a mais eficaz forma de nos mantermos saudáveis e, da mesma forma, contribuir para que os que estão à nossa volta também se mantenham.

As restrições impostas pela pandemia da Covid-19 também nos obrigarão agora a um novo desafio: vivenciar uma eleição municipal em que a principal regra do jogo não foi imposta pela Justiça Eleitoral e sim por um vírus.

O distanciamento social, as regras de etiqueta respiratória e a impossibilidade de aglomerações se somam às resoluções e portarias do Poder Judiciário para normatizar o nada normal processo eleitoral deste ano.

E nesta eleição atípica se destacarão os candidatos que souberem utilizar com um misto de inteligência e cautela as principais ferramentas disponíveis para levar seu nome, suas propostas ao eleitorado: as redes sociais.

Inteligência e cautela, diga-se de passagem, que até o momento muito pré-candidato local não demonstrou possuir. Com isso, inundam as redes sociais e os “feeds” dos araucarienses com o mesmo papo furado de sempre. Insistem ainda em não buscar se aprofundar nas métricas e algoritmos dessas redes para entender como elas funcionam, o que fazem com que gastem energia com postagens que alcançam sempre a mesma meia dúzia de pessoas ou justamente aquela meia dúzia que jamais votaria nele.

Boa leitura a todos!

Publicado na edição 1227 – 27/08/2020

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