Seu casamento chegou ao fim? Dra. Bruna Nazário explica por que o divórcio não precisa ser uma guerra
Informação e planejamento ajudam casais a enfrentar a separação com mais segurança e tranquilidade, explica a advogada Dra. Bruna Nazário.
O fim de um casamento costuma ser um dos momentos mais delicados da vida de uma família. Além da carga emocional, muitas pessoas permanecem em relacionamentos desgastados por medo de enfrentar um processo demorado, caro e repleto de conflitos. No entanto, essa realidade nem sempre corresponde aos fatos. Segundo a advogada Dra. Bruna Nazário, especialista em Direito de Família e Sucessões, é perfeitamente possível conduzir um divórcio de forma tranquila, preservando os direitos das partes e reduzindo significativamente o desgaste emocional.
Para a Dra. Bruna Nazário, quanto mais cedo o casal busca orientação jurídica especializada, maiores são as chances de construir soluções equilibradas e evitar disputas que podem se prolongar por anos. ‘O divórcio representa o fim do casamento, mas não precisa representar o início de uma guerra. Quando existe diálogo e cada parte compreende seus direitos e deveres, é possível encontrar soluções que tragam segurança jurídica e permitam que ambos sigam suas vidas com tranquilidade’, explica.
A Dra. Bruna Nazário ressalta que muitas pessoas desconhecem que, em diversas situações, o divórcio pode ser realizado de forma rápida e com pouca burocracia. Quando há consenso entre o casal e são preenchidos os requisitos legais, o procedimento pode ser realizado em cartório, reduzindo custos, tempo de espera e desgaste emocional. Mesmo quando o processo precisa tramitar judicialmente, uma atuação técnica e estratégica permite conduzir a demanda com muito mais eficiência, buscando sempre a solução mais adequada para cada família.
Outro aspecto que merece atenção, segundo a Dra. Bruna Nazário, é que grande parte do sofrimento enfrentado durante uma separação decorre da falta de diálogo. Questões relacionadas à partilha de bens, pensão alimentícia, guarda dos filhos e regulamentação da convivência podem ser resolvidas de forma consensual, evitando litígios prolongados e preservando a relação entre os ex-cônjuges, especialmente quando há filhos envolvidos.
‘Os filhos não sofrem pelo divórcio em si. O que verdadeiramente causa danos emocionais são as brigas constantes, as disputas intermináveis e o conflito entre os pais. O casamento pode terminar, mas a responsabilidade de ser pai e mãe permanece para sempre’, destaca a Dra. Bruna Nazário.
A advogada enfatiza que buscar orientação jurídica logo no início faz toda a diferença para que o processo seja conduzido com segurança e serenidade. ‘Separar-se com respeito também é uma forma de cuidado.
Para a Dra. Bruna Nazário, o divórcio não deve ser encarado como um confronto, mas como a oportunidade de encerrar um ciclo de forma madura e iniciar uma nova etapa da vida com segurança jurídica, equilíbrio e paz. Afinal, quando existe orientação profissional adequada, o fim de um casamento não precisa ser marcado por conflitos, mas pela construção de um novo começo.
Informação e planejamento fazem toda a diferença para que esse momento seja enfrentado com segurança e tranquilidade.
Bruna Nazário, Advogada, Especialista em Direito Civil, Empresarial, Família e Sucessões. Membro do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM). Presidente da Comissão de Direito Civil e Processo Civil da OAB Araucária. Contato: 41.99216-8353.
Edição n.º 1943
