Adesão das distribuidoras locais de gás à greve ainda é incerta | O Popular do Paraná
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A greve ainda está sendo delineada por sindicatos de outros estados, mas pode ter adesão no Paraná. Foto: Marco Charneski

A adesão das revendedoras de gás de cozinha de Araucária a uma possível paralisação da categoria, prevista para 1º de fevereiro, ainda é incerta. O Jornal O Popular conversou com duas distribuidoras locais, a São Francisco e a Paitra, que preferiram não se manifestar sobre o assunto, mesmo porque, o movimento está sendo coordenado por uma entidade de São Paulo, e as informações são muito incertas.

O anúncio de uma possível greve da categoria começou a circular há vários dias e quem está encabeçando o movimento é a associação paulista de revendedoras. No entanto, o assunto já vem levantando discussões em outros estados, inclusive no Paraná. O protesto será contra os aumentos no GLP, o chamado gás de cozinha, promovidos constantemente pela Petrobras.

A Associação Brasileira das Entidades de Classe das Revendas de Gás LP – Abragás, também se manifestou e disse que defende a continuidade das negociações com o Governo Federal e autoridades competentes para que haja uma real abertura de mercado em todos os elos da cadeia, com um novo modelo de distribuição de GLP, liberação do enchimento de botijões OM (outras marcas), já que 85% dos botijões em circulação no país são de propriedade dos consumidores e revendedores.

Com relação ao aquecimento do mercado diante de uma greve iminente, as distribuidoras de Araucária comentaram que, ao contrário do que acontece quando circulam notícias de situações que podem afetar o abastecimento e as pessoas correm em busca de botijões de gás, dessa vez, as vendas permanecem normais, pelo menos até o momento.

Texto: Maurenn Bernardo

Publicado na edição 1246 – 28/01/2021

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