A Secretaria Municipal de Saúde (SMSA), por meio da secretária Renata Knopik Botogoski e da assessora Mariana Wunsche, apresentou aos vereadores de Araucária na última sexta-feira, 16 de outubro, os possíveis modelos de gestão para o Hospital Municipal de Araucária (HMA), cujo contrato emergencial com a Organização Social (OS) S3 se encerra no final de janeiro de 2027.

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Na apresentação, as representantes da SMSA expuseram as principais necessidades da instituição, as alternativas disponíveis com suas vantagens e desvantagens, um comparativo entre os custos, riscos envolvidos e possibilidade de controle de cada modelo e qual deles seria o mais indicado para o hospital.

Entre os modelos de gestão em análise estão a Gestão Direta (municipalização), Administração Indireta (autarquia ou fundação), parceria com o Terceiro Setor (o modelo atual) e a Concessão Onerosa (Parceria Público-Privada).

“Em 2050, a população de Araucária é estimada em 210 mil pessoas. O índice de envelhecimento mais que triplicou entre o ano 2000 e 2022, o que vai acarretar no aumento das doenças crônicas e da demanda por alta complexidade. Além disso, historicamente, a necessidade de internação supera a capacidade do município. Portanto, um modelo de gestão que envolva apenas a estrutura atual será insuficiente”, argumentou Mariana Wunsche.

AUDIÊNCIA PÚBLICA

Depois de conhecer as alternativas para a gestão do HMA, o presidente da Câmara Municipal, Pastor Eduardo Castilhos, propôs uma audiência pública sobre o tema, que será realizada no próximo dia 11 de novembro, às 18h30, na própria sede do legislativo.

“Tenho a convicção de que vamos escolher a melhor forma de administrar o nosso hospital, e garanto que a população não vai ficar desassistida nessa transição”, concluiu a secretária Renata Botogoski.

Edição n.º 1955

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