Araucarienses marcaram presença na 96ª São Silvestre

Marcus e Soeli já são veteranos na corrida, ainda assim, se emocionam a cada edição. Foto: divulgação
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É quase impossível encontrar um corredor de rua que nunca sonhou em participar da Corrida Internacional de São Silvestre, realizada anualmente em 31 de dezembro. Praticamente a maioria já se planejou um dia em estar nessa prova, mas infelizmente nem todos conseguiram chegar até lá. Três atletas de Araucária tiveram essa sorte e correram na 96ª edição da São Silvestre, realizada no último dia de 2021. São eles: Márcio Castro dos Santos (Equipe Rodrigues) e o casal Marcus e Soeli Matozo. Eles estavam entre os cerca de 20 mil participantes da corrida de rua mais famosa do país.

O professor Marcus e a esposa já são veteranos na São Silvestre. “Esta foi a minha 4ª participação e a 3ª da Soeli. Todos os anos vamos para a São Silvestre, só não fomos em 2019 e 2020 por causa da pandemia. Participar dessa prova é sensacional, porque não é uma questão de fazer uma corrida rápida, com um tempo extraordinário, mas sim comemorar a vida”, afirmou o professor.

Para Marcus, a São Silvestre não pode ser considerada uma prova qualquer, é um momento de vivenciar outros universos, cada um vivendo suas superações individuais e suas conquistas. “Ali encontramos todas as tribos, corredores que superaram cirurgias, que venceram o câncer, que estão ali correndo por um familiar ou amigo que gostaria de estar ali, mas que partiram vítimas da Covid ou outra doença. É impossível não chorar de emoção na largada, durante a prova e especialmente quando se cruza a linha de chegada. Todo atleta deveria passar por essa experiência”, comentou.

Márcio foi um dos estreantes na corrida. Ele descreve a experiência como algo inesquecível. “Foi gratificante poder fazer uma prova onde tantos atletas de elite já participaram, uma das maiores e mais famosas provas de rua do país. É muito emocionante poder fazer parte de tudo aquilo, eu que amo a corrida de rua digo que essa prova veio para coroar todos os sacrifícios de um ano inteiro de treinos. Eu pude curtir a prova e aproveitar cada momento, sem pensar em tempo, foi algo fantástico”, comemorou o atleta.

Texto: Maurenn Bernardo

Publicado na edição 1294 – 13/01/2022