No dia 9 de abril, na prova realizada no CT Cordilheira, em Araucária, a arqueira Tina Riter estabeleceu novo recorde brasileiro para a categoria VFTR. Trata-se da modalidade Indoor, onde os arqueiros devem atirar 60 flechas, divididas em duas rodadas de 30 flechas, com 6 séries de 5 flechas cada. Esta modalidade de competição é a mais popular entre os participantes da Associação Field Brasil.

Tina disse que iniciou a prática de Arco e Flecha acompanhando o marido que competia, em Campo Largo, em torneios promovidos pela RD Arqueria. Em 2016 deu seus primeiros tiros e entendeu que não era difícil, passou a gostar e hoje não fica um fim de semana sem atirar. “Aqui em Araucária, no CT Cordilheira, temos todos as modalidades de competição montadas como se fossem provas e semanalmente realizamos o percurso em todas elas, tanto no Indoor como nos circuitos Outdoor. Manter o ritmo é muito importante para a boa performance nas provas oficiais”, afirma a arqueira.

Para ela, bater um recorde é como desafiar-se a si mesma, na busca de conquistas cada vez maiores, principalmente no Arco e Flecha, pois é um esporte cujo adversário é o alvo. “O desafio de superar-se na concentração e foco torna-se muito particular, uma luta intensa consigo mesmo. Quando se consegue este autocontrole o resultado vem naturalmente”, disse.

Tina não concorda que o fato de bater um recorde é como chegar ao objetivo final. “Sempre é possível estabelecer novos objetivos. Encontrar um tiro perfeito não é difícil, o difícil é repetir o ciclo sempre com a mesma performance. Prefiro ainda continuar buscando aquela condição que vai fazer os acertos se parecerem com os erros e assim ir aprendendo cada vez mais”, confessa a arqueira.

Novas competições

Ainda comemorando novo recorde, Tina Riter se prepara para mais uma competição. Nos dias 22, 23 e 24 de abril ela estará no Campeonato Brasileiro de Field (BFAC), que será realizado em São Luiz, no Maranhão.

“Será um desafio e tanto, pois iremos atirar 112 vezes por dia em alvos com círculos concêntricos espalhados em um percurso de 5 quilômetros. A maior dificuldade será adaptar-se ao clima, pois esperamos altas temperaturas e umidade elevada”, prevê.

Foto – divulgação

Texto: Maurenn Bernardo

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