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Os dezenove presos na última quinta-feira, 5 de abril, quando o Ministério Público de Araucária deflagrou, numa pancada só, três fases da operação Sinecuras, que investiga diversos casos de corrupção na Prefeitura de Araucária durante a gestão do ex-prefeito Olizandro José Ferreira (MDB) já sabem o cardápio deste final de semana na Casa de Custódia de Piraquara (CCP), na Penitenciária Feminina do Paraná (PFP) e no Complexo Médico Penal (CMP).

No jantar deste sábado (7), por exemplo, as detidas na PFP receberão arroz, feijão, quirera, abobrinha sautee, iscas de frango à milanesa, salada de repolho e trigo em grão.  Já os custodiados no CMP poderão comer arroz, feijão, polenta cremosa, abobrinha sautee, iscas de frango à milanesa, salada de repolho e trigo em grão. Os detidos na CCP comerão arroz, feijão, iscas de frango à milanesa, macarrão na manteiga, abobrinha sautee, salada de repolho e trigo em grão.

Já no almoço de domingão (8) o cardápio é o mesmo para quem está detido no CMP e CCP: arroz, feijão, peito de frango à milanesa, espaguete alho e óleo, cenoura sautee, salada de acelga e beterraba ralada. Já as presas na PFP vão comer arroz, feijão, coxa de frango assado, espaguete alho e óleo, cenoura sautee, salada de acelga e beterraba ralada. Nas três penitenciárias ainda será oferecido uma maçã de sobremesa.

Já para o jantar de domingo, a refeição será a mesma nas três penitenciárias, sendo servido arroz, feijão, linguiça frita, virado, batata sautee e salada.

A operação

Como se sabe, na quinta-feira foi deflagrado três fases da Sinecuras. Mensalinho, que investiga o pagamento de propina por parte do ex-prefeito Olizandro aos vereadores da legislatura passada. Alqueire de Ouro, que apura a compra superfaturada de um terreno na região de Taquarova pela Companhia de Desenvolvimento de Araucária (Codar) e, finalmente, a Vida Fácil, que versa sobre uma permuta supostamente fraudulenta realizada entre a Companhia de Habitação de Araucária (Cohab) e uma construtora de Curitiba, a D. Borcath Construtora Ltda.

Todas as prisões foram decretadas pelo juiz Sérgio Bernardinetti, da Vara Criminal de Araucária, atendendo a pedido dos promotores João Carlos Negrão, Karinne Romani, David Kerber de Aguiar, Josilmar de Souza Oliveira e Thiago Artigaz Niclewicz.

Presos com nível superior e com mandato estão no Complexo Médico Penal

 

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