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As obras da artista Gilmara serão analisadas por um júri gabaritado e isso lhe dará a chance do reconhecimento internacional
As obras da artista Gilmara serão analisadas por um júri gabaritado e isso lhe dará a chance do reconhecimento internacional

Quando iniciou sua carreira artística, em 1998, a artista plástica arau­cariense Gilmara Ribeiro, não imaginava que pudesse chegar tão longe. Dezoito anos depois de mostrar seus tra­balhos amadores em público, ela recebeu uma notícia que certamente mudará todo seu roteiro de vida. Gilmara foi convidada a participar de um júri de seleção para expor seus quadros no Salon Professionnel d’Art Contemporain no Carrousel du Louvre 2016, em Paris. Isso mesmo! A araucariense poderá figurar entre as obras de grandes nomes da pintura internacional, na galeria comercial mais importante do mundo, no Louvre de Paris.

E se isso não bastasse, a obra da artista também poderá fazer parte da Catalogação Internacional de Arte Contemporânea “Guide”, com lançamento oficial em Paris. “Quando recebi um e-mail da Organizadora e Comissária de Exposições e Salões de Arte na Europa, Heloiza Azevedo, comunicando que minha trajetória artística havia sido analisada e meus trabalhos indicados para o júri de seleção, fiquei eufórica, nem acreditei. Todo artista sonha com o reconhecimento, mas os sonhos nem sempre são tão altos assim”, disse Gilmara, bastante emocionada.

No e-mail, a curadora afirmou que a participação dos artistas nessa exposição proporcionará visibilidade internacional, produção cultural, artística, divulgação internacional, curadoria, organização, montagem/desmontagem, possibilidade de vendas e de agenciamento/representação internacional.

Os quadros são feitos com a técnica acrílico sobre tela e papel e foram vistos pela curadora através do facebook, onde a artista costuma divulgá-los para comercialização.

Trajetória

Apesar de estar há certo tempo afastada de Araucária, morando no Rio de Janeiro, onde mudou-se na esperança de conseguir uma visibilidade maior para suas obras, Gilmara Ribeiro sempre fez questão de mencionar que foi aqui que iniciou sua trajetória artística. Por isso, ela está de volta, para resgatar o começo da sua carreira, e também para tentar o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, pois juntamente com sua arte, levará o nome da cidade mundo afora.

A primeira exposição de Gilmara aconteceu em Arau­cária, no ano de 1998, intitulada “Absurdamente Ivo Bender”, realizada em parceria com o Teatro da Praça. Em 2000 veio a exposição “Ver”, em 2003 “Pipocas de Pitágoras”, na Casa da Cultura e a mais recente “Papel Paraná”, em 2013, no Museu Tingüi-Cuera. Todas as mostras foram individuais. Além de pintura acrílico em tela e papel, Gilmara também pinta cerâmicas.

FOTO: MARCO CHARNESKI

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