Represa e cavas são locais perigosos, mas muitos desconsideram o alerta dos bombeiros e da polícia
Represa e cavas são locais perigosos, mas muitos desconsideram o alerta dos bombeiros e da polícia

Corpo do banhista que caiu na represa foi encontrado à noite
Corpo do banhista que caiu na represa foi encontrado à noite

Bastou o calor chegar para aumentar a procura das pessoas por rios, lagos, cavas e represas para se refrescar. Mesmo diante do perigo iminente, muitas pessoas insistem em se banhar nestes locais proibidos.
Na tarde de domingo, 11 de janeiro, por volta das 16h30, banhistas se refrescavam na Represa do Passaúna, no bairro São Miguel, quando viram um corpo boiando.

O Grupo de Operações de Socorro Tático – Gost, do Corpo de Bombeiros, foi acionado, e durante algumas horas foram feitas buscas na área. O corpo de um homem, aparentando ter cerca de 55 anos, foi encontrado por volta das 22 horas, alguns metros à frente do local onde havia sido visto pelos banhistas.

Segundo testemunhas, o homem teria entrado na água para se refrescar e em questão de segundos desapareceu. O corpo foi recolhido ao IML e ainda não foi identificado.

Conforme os bombeiros, horas antes deste afogamento, outro homem também morreu afogado em uma pedreira, no distrito de Guajuvira, em Araucária.

Para prevenir futuras tragédias, o Corpo de Bombeiros orienta as pessoas a evitarem as cavas e represas da cidade para se refrescarem nos dias quentes, isso porque estes locais podem, aparentemente, parecer rasos, mas possuem muitos buracos devido às escavações.

Texto: Maurenn Bernardo / Foto: Everson Santos / Rede Caveira

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