Ciclista que largou tudo para pedalar pela América Latina teve a bike roubada

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Guilherme Lourenço de Oliveira, 31 anos, desenvolveu a Síndrome de Burnout (síndrome do esgotamento profissional), o que o levou a ter uma crise de ansiedade e perder a consciência no trabalho.

Ele era coordenador de operações em uma transportadora de Curitiba. Diante desse quadro, Guilherme decidiu que estava na hora de fazer uma pausa e seguir em busca do seu sonho de viajar pelo mundo e conhecer novas culturas e novas formas de viver a vida. A bicicleta, que até então ele utilizava como meio de transporte para ir trabalhar, passou a ser sua companheira de estrada.

“No dia 1º de maio, peguei minha bike e saí em viagem, rumo a Montevidéu, capital do Uruguai, onde estou atualmente. Percorri cerca de 2mil quilômetros. Meu intuito era chegar aqui, pra depois planejar o próximo destino. Tudo ia muito bem, até minha bike ser roubada. Desde então, estou trabalhando em um hostel como voluntário, em troca de estadia. Foi no hostel, que durante uma madrugada, levaram minha magrela. O problema é que aqui as casas aqui são todas com laje no telhado e possuem terraço, de certa maneira estão todas conectadas, então se pode passar de uma casa pra outra pelo terraço, sem maiores dificuldades. E foi assim que alguém entrou aqui e levou minha Vênus”, lamentou.

Vakinha

Sensibilizados com a situação do Guilherme e com as dificuldades que ele está enfrentando, amigos decidiram criar uma vakinha virtual para ajudá-lo a comprar uma bicicleta nova e seguir viagem. “Eu quero, e vou (com toda certeza), viajar pela América Latina e seguir pro resto do mundo, porém da mesma maneira como cheguei aqui, sem muitos prazos, aproveitando e conhecendo novos lugares, pessoas, culturas e tudo mais. Claro que pra poder realizar isso tenho gerar grana nos lugares onde estou, e esse é um dos fatores de eu não ter definido prazos”, conta.  

Para ajudar o Guilherme a comprar outra bike e continuar seu sonho, acesse o link da vakinha:   https://www.vakinha.com.br/3341311. “Conto com a ajuda e colaboração de todos”, diz o aventureiro.

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