Por ser um conflito de grande repercussão internacional, as chances do assunto ser abordado no exame é grande Desde o fim de fevereiro, a guerra entre Rússia e Ucrânia é o assunto sempre presente nos noticiários em todo o mundo. A grande relevância geopolítica e humanitária do conflito faz com que o assunto tenha enormes chances de ser abordado no Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Na opinião da coordenadora do Ensino Médio do Colégio Marista Sagrado Coração de Jesus, Rosangela Dambroski dos Santos, ficar atento a fontes confi áveis e se informar por meio de podcasts, documentários e jornais, pode ajudar a compreender melhor o assunto.

Como a guerra pode ser cobrada no ENEM?

Dentro da área das Ciências Humanas e suas tecnologias, o tema pode ser abordado na competência 2, que contribui com o repertório cultural para o desenvolvimento da redação. Saber analisar a formação de territórios e fronteiras em diferentes tempos e espaços, compreender as relações de poder que determinam as territorialidades e o papel geopolítico dos Estados-nações. “O repertório sociocultural faz toda a diferença na evolução da aprendizagem e colabora muito para a redação”, explica a coordenadora.

Os exercícios também podem mencionar a comparação e avaliação no que se refere à ocupação territorial de determinados povos e grupos étnicos antes ou após as guerras, assim como as dinâmicas econômicas, políticas e culturais que envolvem tais povos e etnias no tempo e no espaço.

Na competência 5, o conflito também pode aparecer. Os estudantes precisam elaborar uma proposta de intervenção ao tema abordado. Neste caso, os exercícios podem exigir a identificação das diversas formas de violência praticadas em uma guerra, os impactos para as vítimas e as conexões com as violações aos Direitos Humanos.

Como estudar o conflito na Ucrânia para o ENEM?

O ENEM organiza as situações- problema (exercícios) por área de conhecimento. Isso exige que o estudante conheça as competências das quatro áreas das ciências humanas (geografia, história, sociologia e filosofia) e tenha habilidades para solucionar os exercícios.

Nossa preocupação como educadores é promover a organização de situações de aprendizagem que coloquem o estudante marista no protagonismo compartilhado de ideias e intervenções, abandonando o lugar de espectador de questões tão sérias vividas pela humanidade.

Publicada na edição 1306 – 07/04/2022

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