Condomínio reclama de mudança no local de abrigo de ônibus | O Popular do Paraná
Condomínio reclama de mudança no local de abrigo de ônibus
Ponto ficou apenas 60 metros do antigo local. Foto: Everson Santos

 

Usuários do transporte coletivo que moram na Minas Gerais e adjacências, no bairro Costeira, estão na bronca com a Prefeitura, por conta da mudança de localização de um ponto de ônibus. A parada, que ficava em frente ao Condomínio Residencial Parque Constance, mudou para cerca de 60 metros adiante, e a reclamação é de que o novo local é escuro, fica em frente a um terreno baldio, e isso tem trazido insegurança aos moradores. Alguns, inclusive, já teriam sido vítimas de assalto.

Os reclamantes chegaram a fazer um abaixo assinado, que seria entregue ao prefeito, mas alegam que não foram recebidos. “Claro que o prefeito não quis nos atender, ele não sabe o que passamos, não pega ônibus”, disse uma das moradoras. Outro morador alegou que na localização antiga a iluminação era melhor e as pessoas podiam contar com a proteção da guarita dos porteiros. “Hoje o ponto fica em frente a um terreno abandonado, uma escuridão total, e isso facilita a ação dos bandidos. Nessa brincadeira, cerca de 300 pessoas foram afetadas”, protestou.

Sobre as reclamações, o superintendente do transporte coletivo de Araucária, Wilmer Jacó da Silva, explicou que o abrigo de ônibus precisou ser mudado para seguir o padrão de distância entre uma parada e outra, cerca de 300 metros. “O ponto ficou a uma distância de Apenas 60 metros da entrada do residencial, além do mais, ficou mais perto da outra portaria”, argumentou. Wilmer disse ainda que não é possível atender uma minoria, já que outras pessoas do bairro costumam utilizar este abrigo de ônibus.

“Não há justificativas para as reclamações, já que o tempo de espera não costuma ser longo, uma vez que pela referida via circulam várias linhas do transporte, como a Hortência, Linhão 1, Minas Gerais e Gralha Azul. Sobre a iluminação, já colocamos lâmpadas de LED e o ponto não ficou no escuro como alegam. Quanto ao mato, já foi feito serviço de roçada”, frisou Wilmer.

Texto: Maurenn Bernardo

Publicado na edição 1168 – 19/06/2019

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