Construindo o próprio caminho

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Mais um bom exemplo de empreendedorismo no esporte está vindo, agora da equipe de ginástica rítmica de Araucária (veja reportagem na página 29 desta edição). O município já patrocinou atletas em várias competições, mas agora está sem grana. Isso tem feito com que todo mundo corra atrás de patrocínio na iniciativa privada. E o legal é que estão tendo sucesso nessa busca.

É prova de que, sim, existe vida além da prefeitura. Basta que cada um perceba que terá que fazer sua parte, ser criativo e persistente. Muita gente, inclusive empresas, têm afinidade com esta ou aquela modalidade a ponto de chegar a ajudar os atletas. No caso de empresas isso traz visibilidade muito desejável com um grande e positivo impacto social.

Há algumas edições noticiamos situação parecida, só que muito mais estruturada, do pessoal do vôlei que conseguiu emplacar um baita projeto e está construindo um time em condições de brigar com os grandes do estado. É mérito de quem está conduzindo a equipe e também da empresa que decidiu acreditar no potencial desse pessoal. Todos saem ganhando.

Atitudes como esta parecem estar contagiando mais pessoas ligadas ao esporte e em outras áreas, que também estão correndo atrás dos seus sonhos.

Também temos exemplos de empreendedorismo e dedicação na área social, como o caso da Associação Amigos dos Idosos de Araucária, que, com um foco de ajudar o próximo também precisa de recursos para executar suas atividades e contam com voluntários e doações de empresas (veja reportagem na página seis desta edição).

A sociedade está aí. É claro que tem gente que não se importa e não quer se envolver nem com esporte, nem com a ajuda ao próximo, nem com nada. Mas, por outro lado, existe muita gente disposta a contribuir de alguma forma. Pense nisso e boa leitura.