No domingo, 20 de março, o CT Cordilheira recebeu mais um torneio de Arco e Flecha, competição válida pelo Circuito Brasileiro Bow Hunter da Associação Field Brasil. A modalidade executada na prova foi um 3D Standard, onde os arqueiros devem atirar duas flechas em cada alvo, que conta com três zonas de pontuação (Mortal, Vital e Ferimento) valendo 10, 8 e 5 pontos, respectivamente.

O trajeto da prova foi formado por 28 estações de tiro, com alvos tridimensionais confeccionados em borracha e que imitam animais. Trinta e um arqueiros participaram da jornada, que iniciou às 9h e terminou às 13h. O clima instável, alternando períodos de garoa, sol e até uma pancada de chuva, tornou a prova ainda mais desafiadora, mas tudo transcorreu de forma tranquila, segundo os organizadores.

Parte do trajeto foi feito com vista para a barragem do Passaúna, paisagem que incentivou os arqueiros a vencerem as dificuldades. Além de caminhar cerca de 5 km em terreno acidentado, com muitos subias e descidas, eles tiveram que disparar 56 flechas, que por si só exigiu muito esforço.

Destaques

O único recordista da prova foi Klaus Peter Ammon, de Joinville, arqueiro mais velho da competição e do circuito, que aos 77 anos ampliou sua própria marca. E neste mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, também vale destacar o número de arqueiras participantes das provas, que chega a 33% do total. Além disso, as pontuações alcançadas por elas não são diferentes deles.

Texto: Maurenn Bernardo

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