Defesa do motorista que atropelou e matou mulher no Iguaçu disse que ele está colaborando com a polícia

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A defesa de Julio Cesar Alves, o motorista que atropelou e matou Leonor Portela Diniz, 50 anos, na noite de sábado, 25 de novembro, na Rua Gazânia, no Jardim São Francisco, bairro Campina da Barra, disse que ele está colaborando com a polícia, se apresentou e desde o começo assumiu a culpa. “A defesa trabalha como um caso de acidente que, lamentavelmente, resultou na morte da vítima, a menos que no decorrer das investigações a polícia apure novos fatos. Em momento algum meu cliente se negou a prestar declarações e colaborar, inclusive ele está bastante consternado com a família da Leonor” disse o advogado Gilberto Gomes.

Ainda de acordo com a defesa, Julio Cesar apresentou sua versão sobre o acidente, disse que no dia em que atropelou Leonor não estava sozinho no carro e que não estava alcoolizado. “Ele se apresentou às autoridades espontaneamente, quando a polícia ainda nem sabia quem era o motorista, e sabemos que haviam poucos elementos para se chegar a autoria. O carro não estava no nome do Júlio, estava no nome de uma outra pessoa de Santa Catarina, quer dizer, tudo isso iria dificultar o trabalho da polícia, e meu cliente colaborou. Ele é um cara trabalhador, tem carteira registrada e não vai se ausentar da cidade sem autorização das autoridades competentes. É diferente de quando o sujeito se apresenta para a polícia porque suas fotos já estão nos jornais, quando já se tem a identidade dele, o que não é o caso do Júlio César”, disse o advogado.

De acordo com o delegado de Araucária, Erineu Portes, Júlio Cesar foi indiciado por homicídio culposo (quando não há intenção de matar) e também por omissão de socorro. “As investigações vão continuar, ainda não chegamos a uma definição de qual velocidade o motorista estava e nem se ele dirigia sob efeito de álcool”, completou.

Edição n.º 1392

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