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Foto: divulgação

O descarte inadequado de seringas, agulhas e outros materiais perfurocortantes no lixo comum pode trazer consequências graves para a saúde dos profissionais que trabalham diretamente com a coleta do lixo urbano. Muitas pessoas com diabetes utilizam medicamentos injetáveis e monitoramento da glicemia em casa, e estas agulhas e seringas não devem ser descartados nos sacos de lixo comum. O correto é colocar em embalagens rígidas, como por exemplo, garrafas pets e levar a Unidade Básica de Saúde do bairro, para a devida destinação.

Segundo a Secretaria Municipal do Meio Ambiente, a seringa é um material infectante e, por isso, precisa ter esse processo específico para a destinação correta. Não é possível descartar em coleta seletiva ou em qualquer outro lugar. Para evitar esse risco à saúde das pessoas é que é preciso entregar para as UBS, que também podem orientar a população sobre outros detalhes desse tipo de material de saúde.

“E vale lembrar que descarte irregular é crime ambiental e, no caso das seringas, pode ter outros desdobramentos sobre as responsabilidades de quem não procede corretamente”, explicou a secretaria.

Todo cuidado é pouco

A colaboração dos moradores é fundamental para evitar esse tipo de risco aos trabalhadores da coleta de lixo, bem como aos outros envolvidos no ciclo de destino de materiais, como as pessoas que trabalham na triagem dos recicláveis. Em julho desse ano, um coletor de resíduos sofreu corte ao recolher sacolas com cacos de vidro mal embalados e precisou levar 7 pontos no abdômen. Além de precisar ficar afastado até a retirada dos pontos, o risco de infecção por doenças é alto.

Acidentes do gênero são comuns entre os profissionais da classe e os responsáveis pelo descarte incorreto podem ser punidos de acordo com o artigo 133, da Lei Municipal 2023/20. O proprietário do imóvel onde foi encontrado o material foi notificado inclusive. Materiais cortantes, como cacos de vidro, devem ser protegidos por materiais resistentes, como papelão, garrafa pet ou caixa de leite, tudo bem vedado.

Texto: Maurenn Bernardo com assessoria

Publicado na edição 1282 – 07/10/2021

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