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A manutenção da Rodovia do Xisto (BR 476) é de responsabilidade do DNIT
A manutenção da Rodovia do Xisto (BR 476) é de responsabilidade do DNIT

A redação do Jornal O Popular tem recebido uma série de reclamações de leitores nas últimas semanas sobre a falta de sinalização em todo o trecho da Rodovia do Xisto (BR 476) que corta Araucária. A equipe de jornalismo trafegou na via e constatou que o problema realmente é grave, principalmente à noite, pois em alguns pontos da rodovia é muito escuro.
“Se não tiver carro na frente ou vindo na direção contrária a gente não consegue enxergar nada. Isso é um perigo. Pra acontecer um acidente é muito fácil, porque realmente não temos visão nenhuma. Eu confesso que tenho medo de dirigir nessa estrada à noite”, diz o auxiliar de produção, Jeremias do Nascimento de Paula.
Ele diz ainda que, além de acidentes e atropelamentos, a escuridão pode facilitar a ação de bandidos. “Se furar um pneu ou estragar o carro em um trecho desses o problema é ainda maior”, destaca Jeremias.
A falta de sinalização não é somente no asfalto (horizontal), mas faltam placas com indicativo de velocidade máxima, lombadas, fiscalização eletrônica e, até mesmo, de orientação de trânsito.
Os motoristas também reclamam de buracos e rachaduras no asfalto. “Eu trabalho em Curitiba e passo todos os dias aqui. Quem é acostumado já sabe onde tem os buracos e desvia, mas frequentemente eu vejo carros estragando por cair nesse buracos. É muito difícil”, diz a analista de sistemas Sofia Trindade.
Em algumas das mensagens enviadas para a redação, uma leitora, que não quer se identificar chegou a citar que entrou em contato diversas vezes com a prefeitura pedindo uma solução para estes problemas. Porém, por se tratar de uma rodovia federal, a via é de responsabilidade do DNIT (Departamento Nacional de Infra Estrutura de Transportes).
A assessoria de imprensa do órgão, por meio de nota oficial, informou que há um contrato vigente para revitalização da sinalização horizontal e vertical da rodovia. “Ocorre, porém, que antes dessa sinalização ser revitalizada e reforçada, é preciso concluir as obras de restauração iniciadas anteriormente, para que não haja reserviço. Pela ordem dos trabalhos, faz-se primeiro a restauração do pavimento e, por último: sinalização e acabamentos (limpeza, jardinagem, pequenos retoques, etc)”, diz o texto.
Já que não há previsão de melhorias na sinalização, enquanto não forem concluídas as obras, resta aos motoristas, ciclistas e pedestres, atenção redobrada ao trafegar no local.

Foto: Everson Santos

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