Jogador araucariense é convocado para as categorias de base do Lages Futsal

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O jogador araucariense Marcus Vinicius Mota Rosa, 16 anos, foi convocado para fazer parte das categorias de base do time do Lages Futsal e já fez sua estreia no Campeonato Catarinense, jogando pelo Sub-18. O jovem, que iniciou sua carreira nas escolinhas do então Colégio São Vicente, da SMEL e da AFFA Diamante, já se destacou em vários campeonatos que participou na região metropolitana de Curitiba, sendo eleito por duas vezes como melhor jogador, nos anos de 2019 e 2022. “Agora estou aqui no Lages, time da minha cidade natal, é uma honra vestir essa camisa. Estou muito feliz e se Deus quiser vou ajudar meu time a fazer uma grande temporada”, comemora o atleta.

Apesar de ter nascido em Lages (SC), Marcus morou lá por pouco tempo. Sua família se mudou para Curitiba quando ele tinha apenas 5 anos. Depois vieram para Araucária, onde o jovem começou a jogar futsal com 7 anos, na antiga escolinha do Colégio São Vicente, hoje Bom Jesus. “Fiquei um tempo lá, depois fui jogar pela escolinha da SMEL até dar uma parada com o futsal. Então voltei e fiquei mais um tempo na SMEL, até que um dia tive a oportunidade de conhecer uma pessoa muito importante para mim no futsal, o professor Rodrigo Marin, que hoje é treinador da AFFA Diamante. Na época eu fui treinar na escolinha dele, que se chamava Paraná Clube, fiquei um bom tempo lá”, relata o jogador.

Segundo ele, Rodrigo Marin e Michel Abdala foram seus mentores no futsal. “Com eles eu aprendi muita coisa, eles me ajudaram bastante, isso foi essencial para eu chegar onde estou. Depois de cerca de seis anos que eu estava na escolinha com o Rodrigo, surgiu a oportunidade de eu ir para o Clube Curitibano e lá fiquei por um ano, acabei sendo dispensado e voltei a treinar na AFFA Diamante. Lá fiquei mais dois ou três anos e como eu estava saindo da categoria, surgiu a oportunidade de voltar para a SMEL, onde permaneci por mais um ano, até vir para o Lages. Faz um mês que estou aqui e só tenho que agradecer a Deus e aos meus pais, que sempre me apoiam. O futsal é tudo pra mim, é a minha vida. Eu quero viver disso, mas sempre lembrando de quem me ajudou”, diz o jovem.

Edição n. 1357

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