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O Conselho de Sentença do Tribunal do Júri de Araucária estava pronto para julgar na quinta-feira, 9 de dezembro, Alberi Amaral Branco, o Bile, acusado pela morte a golpes de machado de João Maia, em 7 de junho de 2010. Porém, a defesa de Alberi pediu o adiamento da sessão, apresentando um termo de isolamento e atestado, porque o réu apresentava sintomas da Covid 19, como dor de garganta, perda de olfato e paladar. Sendo assim, A sessão de julgamento foi redesignada para o dia 26 de maio de 2022.

Bile já tinha enfrentado um júri popular em agosto de 2019, sendo condenado na ocasião, a 5 anos e 10 meses de reclusão, em regime fechado, pelo crime de lesão corporal seguida de morte. A defesa de Bile recorreu da decisão e conseguiu a anulação daquele júri.

Relembre os fatos

Na época dos fatos, Bile e João Maia trabalhavam juntos em uma obra na Chácara do Mulinha, na localidade rural de Fundo do Mato (Contenda), divisa com Guajuvira de Cima (Araucária). Eles teriam bebido demais, se desentendido e, durante a briga, o servente teria dado uma martelada na testa do mestre de obras, e depois jogado o corpo dele em um poço, fugindo em seguida. O corpo de João só foi encontrado no dia 9 daquele mês, dois dias depois do crime.

Publicado na edição 1291 – 16/12/2021

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