julgamento de João Batista de Morais Anacleto, que estava marcado para esta quinta-feira, 6 de junho, foi redesignado para o dia 3 de outubro, às 9 horas. Ele é acusado de ter assassinado a tiros o colega taxista José Maurício de Souza, no dia 26 de março de 2015, no início da rua Joaquim Palhano, ao lado do terminal central rodoviário, no centro da cidade.

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A versão inicial, que aponta para um suposto crime passional, foi contestada pela irmã da vítima, Rita Cácia Souza. Ela procurou o jornal O Popular, para explicar que, apesar de o crime ter sido denunciado como passional, o irmão não estava perseguindo a esposa do acusado.

“Meu irmão muito menos tinha ideia de não aceitar o fim da relação, isso porque não havia relação amorosa nenhuma. Meu irmão foi morto sem motivo e queremos justiça para podermos superar tamanha dor. Que outras famílias que estejam vivendo isso, não percam a esperança na busca por respostas e pela verdade. Se eu pudesse escolher, meu irmão estaria com a família, mas foi vítima da crueldade”, argumentou.

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