Marista Lab – Setembro Amarelo: a importância de falar sobre saúde mental com crianças e adolescentes

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O mês de setembro é marcado pelo Setembro Amarelo, uma campanha que pretende dar visibilidade e fornecer informações sobre a importância de falar a respeito da importância do cuidado com a saúde mental.

Embora possa ser difícil abordar o assunto com crianças e adolescentes, a conversa é sempre a melhor estratégia. Isso auxilia na detecção de problemas e na prevenção de desafios relacionados à saúde mental dos filhos. Além disso, manter um diálogo aberto possibilita monitorar as emoções e determinar o momento apropriado para intervir, caso seja necessário, explica a coordenadora do Ensino Médio do Colégio Marista Sagrado Coração de Jesus, Rosângela Dambroski dos Santos.

O que é o Setembro Amarelo?

A campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio foi criada em 2015 pelo CVV (Centro de Valorização da Vida), CFM (Conselho Federal de Medicina) e ABP (Associação Brasileira de Psiquiatria), com a proposta de associar à cor ao mês que marca o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio (10 de setembro).

Qual é a importância de falar sobre a data?

A campanha é fundamental para abordar a urgência de elaborar estratégias e ações, voltadas tanto para desmistificar a incidência do sofrimento emocional, quanto para propagar a valorização da vida.

Somente assim, será possível avançar em direção a uma cultura do cuidado integral, que possa ampliar perspectivas e conhecimentos, resultando em ações preventivas e de fortalecimento de habilidades socioemocionais e do autoconhecimento, em todos os ciclos da vida.

Para garantir o cuidado com a saúde mental de crianças e adolescentes, é muito importante que pais e responsáveis contribuam com a pauta da valorização da vida. Para isso, é preciso estar atento e manter o diálogo contínuo, além de assumir efetivamente o papel de responsáveis por meio da prática dos limites e definição de responsabilidades.

Outro ponto importante é ter uma participação ativa junto à escola e outros contextos institucionais que o filho frequente. Por fim, é essencial saber como lidar com a saúde mental, em casos em que seja necessário acompanhamento psicoterapêutico ou outras formas de elaboração desse sofrimento.

Edição n.º 1382

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