Alzheimer está entre as doenças mais conhecidas do mundo, porém muitas pessoas não sabem que as mulheres são as mais afetadas, sendo duas em cada três diagnósticos. De acordo com a Clínica São Vicente, a idade é o principal fator de risco, mas não é o único componente causador da doença. Alterações hormonais, predisposição genética e outros fatores também contribuem para o desenvolvimento do Alzheimer.

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As mulheres são as mais afetadas, porque, em média, elas vivem mais tempo que os homens e o envelhecimento têm grande influência para o desenvolvimento do Alzheimer, além de que estudos indicam que fatores biológicos e hormonais também podem contribuir.

“A redução dos níveis de estrogênio durante a menopausa pode impactar a saúde cerebral, já que esse hormônio desempenha um papel importante na proteção dos neurônios. Apesar disso, o Alzheimer é uma doença multifatorial, e os hormônios representam apenas um dos fatores envolvidos”, explica a Clínica.

Entre os principais fatores de risco estão a idade avançada, histórico familiar, predisposição genética, hipertensão, diabetes, colesterol elevado, obesidade, sedentarismo, tabagismo, baixa estimulação cognitiva e doenças cardiovasculares.

Ressaltando que os sintomas são discretos no estágio inicial da doença, e se apresentam com esquecimentos frequentes, dificuldade para lembrar acontecimentos recentes, repetição de perguntas, perda de objetos, alterações de humor, dificuldade para encontrar palavras e desorientação em ambientes conhecidos.

”Além das mudanças cognitivas, muitas pacientes enfrentam impactos emocionais, perda gradual da independência e necessidade crescente de apoio familiar. O acompanhamento multiprofissional é fundamental para proporcionar mais segurança e bem-estar. Infelizmente, ainda é comum que os primeiros sinais sejam confundidos com o envelhecimento natural ou com estresse e ansiedade. Isso pode atrasar o diagnóstico e o início do tratamento“, enfatiza.

A Clínica menciona ainda que nem toda a perda de memória faz parte do envelhecimento. Muitas pessoas acreditam nos mitos que o Alzheimer afeta apenas as pessoas idosas e que não há tratamento para essa condição. É importante destacar que, apesar de ainda não existir uma cura para o Alzheimer, o paciente pode manter uma boa qualidade de vida com o uso de medicamentos e a realização de terapias que possibilitam o controle da evolução da doença.

”O mais importante é buscar avaliação médica o quanto antes. O diagnóstico precoce aumenta as possibilidades de tratamento e permite que a paciente receba acompanhamento adequado desde o início, além de orientar a família sobre os cuidados necessários“, finaliza.

SERVIÇO

Ao perceber alterações persistentes na memória ou no comportamento, procure orientação médica. O diagnóstico precoce pode fazer toda a diferença na qualidade de vida da paciente e de seus familiares.

A Clínica São Vicente está localizada na Rua São Vicente de Paulo, n° 250, no centro de Araucária. O telefone/WhatsApp para contato é o (41) 3552-4000, e o site da Clínica é o www.csv.med.br.

Edição n.º 1943

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