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Comerciantes e moradores convivem com os transtornos da obra e terão que ter paciência até a sua conclusão. Foto: Everson Santos

 

Cerca de 40 dias é o prazo previsto pela Secretaria Municipal de Obras (SMOP) para a entrega das obras de pavimentação nas ruas Santa Catarina, João Besciak e Marcelino Jasinski, no bairro Tindiquera. Os serviços começaram no dia 19 de junho deste ano e o prazo inicial de entrega era para 20 de março de 2019. Neste novo prazo está incluso o atraso por conta das chuvas que nos últimos dias não deram trégua e do aditivo que precisou ser feito no contrato.

O secretário municipal de Obras Públicas, Fabiano Melo dos Santos, explicou que devido à existência de argila em alguns trechos das vias, a obra precisou ser parcialmente paralisada para que outra intervenção começasse a ser feita. “Conforme as máquinas começaram os trabalhos, verificamos que em alguns pontos o solo era muito ruim, não tinha sustentação e isso nos obrigou a fazer um aditivo no contrato para um reforço na base. As máquinas continuaram trabalhando em outros trechos, o que acabou gerando muita poeira e barro agora com as chuvas, e apesar da expectativa dos comerciantes e moradores pela obra, eles acabaram ficando bastante incomodados com os transtornos”, justificou.

Além disso, de acordo com a SMOP, nos trechos próximos à Escola Terezinha Theobald e no Corpo de Bombeiros, precisaram ser refeitos, pois nesses locais a fiscalização constatou alguns problemas. “Temos ainda a questão dos meio-fios, que serão feitos dentro dos padrões de acessibilidade. São vários pontos que acabam provocando alguns atrasos no cronograma inicial”, acrescentou Fabiano.

A obra no Santa Regina contempla 1.700 quilômetros de asfalto, com recursos provenientes do Paraná Cidade.

Na edição da semana passada, o Jornal O Popular publicou uma reportagem mostrando os problemas que os comerciantes e moradores das ruas João Besciak e Marcelino Jasinski estão enfrentando com as obras de pavimentação que estão acontecendo na Santa Catarina. A reclamação era com relação ao pó, pois os serviços, segundo eles, foram paralisados na preparação da base. Os moradores queriam que a empresa responsável molhasse a rua várias vezes ao dia, para amenizar a poeira. A Secretaria de Obras notificou a empresa a molhar a via mais vezes do que estava fazendo.

Com as chuvas que caíram nos últimos dias, o problema dos moradores só piorou. Agora o barro tomou conta das ruas, impedindo os carros de circular. “Virou um lodo só, nem os carros de serviços, como dos Correios, por exemplo, conseguem trafegar por aqui. Está bem complicado e queremos uma solução”, disse um dos reclamantes.

A Secretaria Municipal de Obras (SMOP) explicou que a obra não parou. No momento, a ação está concentrada em resolver o problema de drenagem encontrado em um dos trechos, o que exigiu mudanças no projeto. É preciso garantir que a base esteja adequada para que não comprometa a qualidade e durabilidade da pavimentação a ser realizada. Destacou ainda que os moradores podem esclarecer dúvidas pelo telefone 3614-7580 (SMOP).

Publicado na edição 1134 – 11/10/18

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