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A clínica trouxe mais conforto e melhorou a qualidade de vida dos pacientes de Araucária. Foto: Carlos Poly

A vida dos pacientes renais crônicos mudou bastante após a abertura da CDA – Clínica de Diálise de Araucária, em maio deste ano. Até então, eles enfrentavam uma rotina sofrida no tratamento, tendo que se deslocar para Campo Largo ou Curitiba, pelo menos três vezes por semana, para realizar a hemodiálise. O desgaste era tanto, que as constantes viagens acabavam influenciando na própria recuperação dos pacientes. Se antes eles perdiam praticamente o dia todo, entre o tempo de deslocamento e o tempo em que ficavam “presos” à máquina, agora ficou tudo mais rápido e cômodo.

A CDA é resultado de uma parceria entre a Prefeitura e a Fundação Pró Renal, grupo que administra o espaço. São mais de mil metros quadrados, com capacidade para atender até 120 pacientes, oferecendo atendimento multiprofissional com médico nefrologista, nutricionista, equipe de enfermagem, serviço social, psicólogo e podologia. Além disso, disponibiliza espaços de convivência, auditório, salas conforto, tudo com acessibilidade e também o tratamento com diálise peritoneal, em que o paciente faz em casa.

Atualmente a Clínica atende 58 pacientes, de segunda a sábado, em dois turnos. Ter uma clínica de diálise perto de casa era tudo que os pacientes renais de Araucária mais queriam. Por isso, eles já estão elogiando o atendimento. É o caso da Divina Aparecida de Souza, 51 anos, moradora do Capela Velha, que faz hemodiálise desde 1993. Ele teve várias infecções renais e perdeu a função do rim, por isso precisou iniciar o tratamento de diálise. “Esperava ansiosa por essa clínica. Melhorou muito a minha vida o fato de poder fazer esse tratamento aqui pertinho de casa, sem precisar rodar aqueles quilômetros e quilômetros até Campo Largo. O atendimento aqui é muito bom, tudo novinho, moderno, organizado. É mais do que estávamos esperando”, disse. Divina conta que no dia que tinha diálise, saía de Araucária às 11h45 para chegar em Campo Largo às 14h, e voltava para somente às 19h. “Agora eu começo o tratamento às 10h e quando é 13h30 já estou em casa”, comemorou.

Vicente Leal de Lima Neto, 54 anos, morador da área rural de Campina das Palmeiras faz hemodiálise há 3 anos. Ele também se sentiu aliviado com a chegada da nova clínica. “Agora está muito melhor, mais perto, mais rápido, mais prático. O atendimento dos profissionais aqui é muito bom. Só tenho elogios para fazer a essa nossa nova clínica. Poder fazer esse tratamento na minha cidade é bom demais”.

Da mesma opinião compartilha o morador do jardim Palomar, Pedro Domingos da Silva, 75 anos, que começou o tratamento de hemodiálise em dezembro do ano passado. “Muito melhor fazer aqui do que em Campo Largo. Tenho muitos elogios a fazer sobre essa estrutura aqui e também pelo atendimento que recebemos dos profissionais”, comentou.

Texto: Maurenn Bernardo

Publicado na edição 1266 – 17/06/2021

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