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Foto: divulgação

As adaptações de quadrinhos e games para os cinemas sempre rendem milhões aos cofres dos estúdios hollywoodianos. Nesta semana de estreias, o novo longa sobre o eterno inimigo do Batman, Coringa, e a sequência da animação Angry Birds, chegam para animar o fim de semana, atendendo aos gostos de toda a família.

A era dos heróis é uma realidade, doa a quem doer, o sucesso de público, bilheteria e crítica fazem com que a cada dia surjam novos filmes, abordando novos dilemas fantásticos. Com a popularidade da rival, Marvel, da Disney, a DC Cosmic, pertencente à Warner Bros, precisou correr atrás do prejuízo e nada mais justo começarem com o épico, o maior e mais famoso vilão da sua galeria de heróis, Coringa.

O novo longa passa longe da narrativa receptiva e esperançosa dos filmes anteriores do estúdio. Com classificação indicativa acima dos 16 anos, Coringa, dirigido por Todd Phillips e estrelado por Joaquin Phoenix, é difícil de assistir, não por erros graves de roteiro, mas sim pelo que retrata. O mesmo é duro, pesado, triste e extremamente realista. O filme busca contar como enlouquece o comediante falido, Arthur Fleck, que vai de cidadão comum à homicida. De antagonista a protagonista, o vilão mais temido das HQ’s ganha peso e uma maior relevância na narrativa, descolando sua origem da do homem-morcego, sutilmente.

Segundo a crítica, mesmo com pequenos tropeços, o filme é único, com grandes atuações, podendo aparecer no Oscar por elas, e uma história que merece ser vista mais de uma vez. Possuindo uma proposta mais adulta e realista, o longa, com certeza, abrirá caminho no subgênero para narrativas diferentes das vistas atualmente.

Leia a sinopse

Arthur Fleck (Joaquin Phoenix) trabalha como palhaço para uma agência de talentos e, toda semana, precisa comparecer a uma agente social, devido aos seus conhecidos problemas mentais. Após ser demitido, Fleck reage mal à gozação de três homens em pleno metrô e os mata. Os assassinatos iniciam um movimento popular contra a elite de Gotham City, da qual Thomas Wayne (Brett Cullen) é seu maior representante.

Veja o trailer

Contando com um sucesso considerável em seu primeiro longa, Angry Birds 2 estreia prometendo uma aventura ainda mais divertida, e maluca, que a anterior. Sendo uma produção da Sony, junto de John Cohen e Thurop Van-Orman, a animação possui uma premissa simples, mas não menos interessante.

A trama gira em torno de uma grande ameaça à ilha dos porcos e dos pássaros, uma trégua é criada entre os arqui-inimigos buscando solucionar o problema para ambos. O filme conta com inúmeras referências a cultura pop e cresce na articulação dos alívios cômicos, não ficando no lugar comum e podendo divertir várias faixa etárias. No quesito dublagem, a animação não perde em nada para o áudio original, fazendo mudanças pontuais que ajudam na compreensão. A sequência, segundo a crítica, se destaca do primeiro longa, tendo um ótimo ritmo, focando na narrativa e conseguindo arrancar risadas do início ao fim da sessão.

Leia a sinopse

Red e seus amigos dedicam a vida a proteger a Ilha dos Pássaros dos constantes ataques vindos da Ilha dos Porcos. Entretanto, quanto uma terceira ilha surge e começa a atacá-los, Leonardo, o rei dos porcos, decide procurar seu arquinimigo em busca de uma trégua para que, juntos, possam enfrentar a ameaça em comum.

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