Sob sol escaldante, atletas mandaram bem na corrida 10 Milhas de Morretes
Os atletas da Equipe Rodrigues concluíram os percursos escolhidos, demonstrando garra e força de vontade. Foto: divulgação

Trinta e cinco atletas da Equipe Rodrigues mostraram que são capazes de vencer todos os obstáculos e superar os próprios limites, ao participarem da prova 10 Milhas de Morretes, realizada no domingo, 28 de novembro. Cinco deles também garantiram vaga no pódio.

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Josiane Cortes ficou em 2º lugar geral nos 10km feminino, e na mesma categoria Rosimeri da Silva ficou em 3º lugar geral. Priscila Ramos foi a 2ª colocada geral nos 5km feminino e Solange Krubak conquistou a 4ª colocação geral. Ainda no feminino, 16km, Maria da Glória foi campeã na categoria 60 anos ou mais e Rosinha Garcia ficou em 3º na categoria 40/44 anos. E no masculino, 16km, Aparecido Barbosa ficou em 3º na categoria 35/39 anos.

O coordenador da equipe, Hailton Rodrigues, disse que está feliz com a retomada das corridas de rua por todo o Paraná. “Procuramos manter nossos atletas preparados e motivados, treinando mesmo durante a pandemia. Nessa corrida de Morretes tivemos bons resultados, apesar do nível elevado, com a participação de atletas de alto nível. No total mais de mil atletas participaram da prova, debaixo de um calor escaldante”, comentou Rodrigues.

Inspiração para outras

A atleta Rosinha Garcia, que competiu no percurso de 16km, falou que a prova estava bem difícil e pesada, devido ao calor, o que exigiu muito dos corredores. “Apesar de corremos em um percurso lindo, era estrada de chão, com muitas pedras soltas e a gente ainda tinha que ter cuidado para não virar o pé. Mas como sempre, com a energia e o apoio da equipe, conseguimos concluir. É gratificante terminar uma prova assim, com esse nível de dificuldade”, comemorou.

Priscila Ramos, que há muitos anos não competia devido a uma lesão no tendão, e fez seu retorno às provas no domingo, comentou que correr é algo tão intenso que ela não conseguiu se afastar por definitivo. “Percebi que isso faz parte da minha vida, é um vício que me faz bem. Apesar de ainda não estar com um ritmo bom, pelo tempo que fiquei longe dos treinos, considero que tive um ótimo desempenho e fiquei feliz. Isso me motiva a focar mais nos treinos”, ressaltou.

A atleta também fez questão de falar que o principal motivo que a fez retornar às provas foi o orgulho que o filho diz ter ao vê-la competir. “Meu filho diz que se orgulha de ter uma mãe atleta e comenta isso com os amigos. Isso é uma motivação que faz toda a diferença. A equipe Rodrigues também me acolheu muito bem e estou feliz por estar de volta, recebendo o apoio e o incentivo de todos”, festejou Priscila.

Texto: Maurenn Bernardo

Publicado na edição 1290 – 02/12/2021

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