Ao longo das últimas semanas, O Popular tem dado voz a situações que têm chegado a nossa redação envolvendo profissionais da educação que trabalham em colégios estaduais de nossa cidade.

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Ambos os casos envolvem instituições de ensino tradicionais de nossa cidade e que ao longo de décadas foram responsáveis por parte da formação de milhares de cidadãos araucarienses.

Da mesma forma, a conduta de determinado profissional precisa ser sempre entendida como algo isolado e não uma prática institucionalizada deste ou daquele colégio.

Ao fazermos isso garantimos que não seja rompido o elo de confiança que precisa existir entre a família, o colégio e à comunidade como um todo.

E para que esse elo não seja rompido e/ou sequer trincado é preciso sempre muita transparência na forma como a direção dessas instituições tratam o assunto. Transparência essa, obviamente, que jamais pode ser utilizada para expor a vítima e/ou proteger o suposto agressor.

As famílias, por sua vez, precisam ficar sempre atentas ao dia a dia escolar de seus filhos e isso inclui a conversas frequentes sobre a rotina dos alunos no espaço educacional. Qualquer comportamento que soe inadequado por parte de quem quer que seja precisa ser esclarecido.

Por sua vez, o profissional da educação, independentemente da função que ele exerça dentro de uma unidade escolar, precisa entender que já não existe mais espaço para certas atitudes no relacionamento com alunos e alunas. A linguagem precisa ser empática e clara. Os movimentos precisam ser previamente pensados. O contato físico precisa ser consentido e sempre sem margem que possa gerar qualquer tipo de dupla interpretação.

O Popular, dentro de seu compromisso editorial com a cidade de Araucária e com seus moradores, estará sempre de portas abertas para abordar pautas como essa, ouvindo sempre os lados envolvidos.
Sigamos todos vigilantes! Ótima leitura

Edição n.º 1510.

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