Logo após a sessão da Câmara desta terça-feira, 18 de março, uma conversa mais ao pé de ouvido entre os vereadores Vagner Chefer (PSD) e Olizandro Junior (MDB) deu o que falar. O lance se deu já na saída do plenário. Junior caminha mais a frente e Chefer logo atrás, parecem conversar. Chefer então se aproxima dele e diz – sem alterar o tom de voz – que o colega não cumpriu com a palavra. Junior responde num primeiro momento – também sem alterar o tom – que não era uma questão de palavra. Chefer insiste, dizendo que é preciso ter palavra. Junior então dá um perdida de cabeça e responde gritando que a palavra dele era com a população. A turma do “deixa disso” chega imediatamente e leva cada um dos vereadores para o seu canto.

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Considerando o clima quente da sessão e o fato de que o emedebista realmente mudou de ideia e não cumpriu o que combinou com os edis, como entregou Pedrinho da Gazeta (PSD), pode-se dizer que tête-à-tête entre Chefer e Junior foi lance normal. É aquela história: Junior esperou o contato, o contato veio, o juiz não marcou, foi conferir no VAR e manteve sua interpretação de que o “esbarrão foi lance de jogo”. Nada que vá afetar o relacionamento entre os dois. Essas cobranças quando há uma quebra de confiança dentro do parlamento são normais e já tivemos lances mais quentes ao longo da história da Câmara. Lembremos, por exemplo, da sapatada de Esmael Padilha em Clodoaldo Pinto Junior uma década atrás.

Edição n.º 1457.

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