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O quarteto Sandro, Carlão, Tarta e Everaldo em frente à Basílica de Nossa Senhora Aparecida, destino final do pedal
O quarteto Sandro, Carlão, Tarta e Everaldo em frente à Basílica de Nossa Senhora Aparecida, destino final do pedal

Muito mais do que uma aventura. Muito mais do que um desafio pessoal. Muito mais do uma demonstração de fé. Não é possível definir com precisão uma viagem feita no mês de abril pelos amigos Sandro José Martins, Carlos R. dos Santos (Carlão), Everaldo Teixeira (Tarta Bike) e Roberto Baromil. O quarteto saiu de Araucária, rumo à Aparecida do Norte.

Quando se fala em aventura, é porque a viagem foi de bicicleta. Desafio porque eles pedalaram mais de 600 km, e isso é só para os fortes. E fé porque dois integrantes do grupo, o Sandro e o Carlão, foram pagar promessas. “Fiz uma promessa pela recuperação do meu irmão Alexandre, que há 4 anos sofreu um grave acidente e também por todas as dificuldades que passamos com minha filha Heloísa, que nasceu prematura”, contou Sandro.

O fato é que os dois comentaram do desejo de ir para Aparecida do Norte de bicicleta para pagar as promessas e quando ficaram sabendo disso, os amigos Everaldo e Roberto logo se dispuseram a ir junto. “Eles foram por amizade e companheirismo, pela aventura que iríamos viver e também por serem apaixonados pelo ciclismo”, explicou Sandro. Ele ressaltou que além dos quatro, o amigo Thiago também os acompanhou, com um carro de apoio.

A viagem

Os viajantes saíram de Araucária numa sexta-feira, dia 1º de abril, e chegaram ao destino no domingo, dia 3. Seguiram pela BR 116 (Regis Bittencourt), Rodoanel, Tietê e Dutra, até Aparecida do Norte.

“No primeiro pedalamos 248 km, chegando até Registro (SP), no segundo dia foram mais 220 km, até chegar a Osasco e finalmente no terceiro dia, pedalamos mais 180 km até Aparecida do Norte. Optamos em ir de bike porque foi esta a promessa que fizemos”, disse Sandro.

Os quatro amigos tiveram que se preparar bastante para enfrentar este desafio. Sandro e Carlão trei­naram musculação na Academia Yassaki e nos finais de semana saiam pedalar. Tarta já costuma treinar 2 a 3 vezes por semana, pois participa de competições e Baromil iniciou no ciclismo há cerca de oito meses, mas pesar do pouco tempo, se dedicou pra valer aos treinos e completou o percurso ao lado dos amigos.

Além do calor excessivo que tiveram que superar, com temperaturas variando entre 35 e 39 graus, o trânsito constante, a sujeira nos acostamentos e obras na Serra do 90 (Cafezal), com alguns trechos sem acostamento, foram as principais dificuldades que o quarteto teve que driblar. “Isso tudo nos rendeu muitas câmaras de ar furadas. Mas tudo valeu a pena e, em breve, faremos uma nova viagem”, falou Sandro.

No ano passado os amigos foram pedalando até Maringá, interior do Estado, e agora eles planejam ir até aquela cidade e retornar pedalando.

Texto: Maurenn Bernardo / FOTO: DIVULGAÇÃO

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