O Conselho de Sentença, do Tribunal do Juri de Araucária irá julgar nesta quinta-feira, 21 de maio, o réu Luiz Henrique Moscaleski Censi, acusado pela morte de Victor Ramos da Silva. O crime aconteceu na madrugada do dia 15 de dezembro de 2018, na Rua Oscar Renaud, esquina com a Rua Guanabara, em uma estrada de chão e de pouca movimentação de pessoas, no Manoel Bandeira.

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Naquele dia, Luiz e Victor estavam consumindo drogas juntos, quando iniciaram uma discussão. Victor teria se negado a emprestar um isqueiro para Luiz, quando este lhe deu um chute, que o derrubou. Em seguida, Luiz apanhou um pedaço de lajota que estava no chão e passou a desferir vários golpes na cabeça do colega. Ele também pulou várias vezes sobre a cabeça e o tórax de Victor, que não resistiu aos ferimentos e entrou em óbito no local.

Segundo a denúncia do Ministério Público, Luiz matou Victor por motivo fútil, apenas porque ele se negou a emprestar um isqueiro, com o qual acenderia a última pedra de crack. Victor teria pedido a mochila de Luiz como garantia do empréstimo, mas este também se negou a entregá-la.

Horas depois do crime, Luiz abordou uma viatura da Polícia Militar, que fazia um patrulhamento pela Avenida Archelau de Almeida Torres, no bairro Iguaçu, e confessou o crime. Conforme consta no boletim de ocorrência, Luiz disse que era usuário de drogas e que por volta das 3h da madrugada estaria na companhia de Victor, consumindo drogas, o qual ele tinha acabado de conhecer.

Na ocasião, Luiz relatou aos policiais que como havia dado um chute e derrubado Victor quando ele se negou a emprestar o isqueiro, temeu pela sua vida, já que a vítima sabia onde ele morava e futuramente poderia querer acertar as contas. Isso porque momentos antes do crime, os dois foram até a casa de Victor buscar um botijão de gás, que venderiam para comprar drogas.

Após matar Victor, Luiz contou que foi para casa, onde consumiu cocaína e cerveja, e pela manhã decidiu se entregar, relatando o que havia acontecido. A equipe da PM se deslocou até o endereço fornecido por Luiz, onde uma viatura da Guarda Municipal já estava no local, inclusive havia feito o isolamento e acionado a Criminalística. Luiz recebeu voz de prisão e foi encaminhado à Delegacia de Araucária.

Edição n.º 1516.

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