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Desde o inicio dos tempos invejar coisas alheias atiça a cobiça e se o desejo não for contido roubar vira solução. Quando são muitos os envolvidos na ação chamamos de bando ou quadrilha, se for uma Nação vira Guerra. Guerras ocorrem entre países e creiam, roubar sempre é o motivo principal, guerra custa muito dinheiro e ninguém entra numa guerra a toa sem levar nada em troca, guerras ideológicas são para amadores e desperdício de grana, alimenta o ego esvaziando o bolso.

Os saques primitivos causavam muitas mortes e destruição de forma que para compensar a empreitada os homens que restavam pagavam a conta com escravidão e as mulheres com prostituição, crianças e velhos eram descartados para eliminar bocas de comer.

Felizmente as coisas foram evoluindo e graças à politica as guerras de hoje em dia tornaram quase “indolores” e até imperceptíveis para a maioria, resumindo quase num reles bate boca entre torcidas de futebol.

Em todas as guerras prestar serviço ao invasor jurando fidelidade rende fortunas incalculáveis que podem desequilibrar o sujeito, veja o caso dos membros da Lava Jato.

Num mundo globalizado colocar um bando de confiança pra vigiar a população de um determinado país passou a ser um negócio que envolve um mecanismo muito sofisticado chamado de guerra hibrida. Na Síria a engenhoca deu errado mas o exército de mercenários ainda faz dinheiro por lá. Partidos Politicos, Mídia Comercial, redes sociais como facebook e whatsapp, órgãos de classe e forças armadas, são todos cooptados quando o negócio é muito grande, como no Pré-Sal.

Não é segredo pra ninguém que os Estados Unidos mantêm o controle quase absoluto do mundo através de sua máquina de guerra, que consome trilhões de petrodólares como nos ensinou Sadan Hussein e Muhamar Gadaff.
Para diminuir riscos da interferência externa, custos e desperdício de dinheiro com gastos desnecessários para refazer a infraestrutura do país saqueado, os Estados Unidos bolaram as formidáveis Guerras Hibridas onde um verdadeiro exercito de fuzileiros cibernéticos locais realizam a missão mais suja do negócio. Aos Yanques só interessa mesmo o Pré-Sal a discussão ele relegou aos “patriotas de segunda mão” que se lambuzam entre devaneios de louros e prejuízos da empreitada uniformizados pela Nike.

Texto: Edilson Bueno

Publicado na edição 1288 – 18/11/2021

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