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Polícia Militar disse que realiza operações nas linhas e que
investiga os recentes arrastões. Foto: Marco Charneski

Entre tantas dificuldades, limitações e problemas que enfrentam todos os dias no transporte público, ser vítima de assalto é a situação mais apavorante para os usuários. Em Araucária, são registrados pelo menos três arrastões dentro de coletivos por semana, principalmente nas linhas do Ligeirinho Araucária/Capão Raso e Angélica/Capão Raso e na linha Pinheirinho/Angélica, segundo aponta um levantamento informal feito pelos próprios motoristas. Eles dizem que estão apavorados, com medo de trabalhar.

“Os bandidos fazem a limpa nos passageiros, espalham o terror, e depois descem, impunes. O trajeto mais visado é entre o Terminal da Vila Angélica e a Cidade Industrial de Curitiba”, relatou um motorista do Ligeirinho, que preferiu não se identificar. O colega dele, motorista da linha

Pinheirinho/Angélica, que também quis manter seu nome em sigilo, disse que está complicado trabalhar desse jeito, sem a mínima segurança. “Se está difícil pra nós, imagina para os passageiros que perderam seus pertences para os bandidos. Precisamos de segurança nos coletivos”, denunciou.

A Comec, gerenciadora das linhas citadas, informou que já esteve reunida com a Polícia Militar reportando tais situações e que foi informada que uma operação de investigação corre em sigilo para solucionar o caso.

Sobre a situação, a 2ª Cia da Policia Militar de Araucária explicou que antes da pandemia realizava abordagens de pelo menos quatro ônibus por Operação, quatro vezes na semana. Nesse momento, desenvolve uma operação chamada Ônibus Seguro, a qual realiza patrulhamento em itinerários de ônibus e pontos de base (viaturas paradas) nos terminais Central e da Vila Angélica, em dias e horários com maior índice de roubos a transportes coletivos na área do 17° BPM, da qual o município faz parte. “Verificamos que a maioria dos roubos ocorridos nas linhas de Araucária acontecem em Curitiba ou na divisa de área com a CIC, e a PM da capital também tem atuado nesse sentido”, explicou a 2ª Cia.

Publicado na edição 1250 – 25/02/2021

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