Artistas são premiadas no SESI Empreendedorismo
Esse é o segundo projeto contemplado pelo programa que tem assessoria da SMCT

Idealizado e realizado pelas artistas plásticas Andrea Almeida, Rosilane Skraba e Solange Chadai e estruturado com auxílio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo (SMCT), o projeto “Arte é o melhor remédio” foi contemplado com o prêmio da 7ª edição do programa SESI Empreendedorismo Social. O grupo se inscreveu para concorrer ao programa que oferece às melhores propostas um curso gratuito para a construção de um plano de negócios.

Segundo Thiago Costa, coordenador do SESI Empreendedorismo Social, o programa é destinado a desenvolver ideias sociais com o intuito de formar uma rede de empreendedores para fortalecer o desenvolvimento territorial local. Ele conta que nesta 7ª edição já foram contemplados 16 projetos e explica que ao longo do programa os participantes aprendem a elaborar um Plano de Negócio bem estruturado com um caráter mais profissional. “Com isso acreditamos que todo egresso terá plenas condições em aplicar o seu projeto em qualquer instituição”, comenta.

“Arte é o melhor remédio” é um projeto que pretende usar a arte como elemento transformador do ser humano a partir da relação entre o fazer artístico e a melhoria da saúde e qualidade de vida do trabalhador da indústria de Araucária. Sabendo do potencial da arte, as idealizadoras do projeto querem compartilhar o conhecimento artístico com outras pessoas, a partir de atividades como mosaico, cerâmica, papel machê, pintura, entre outros. “Acreditamos que novas frentes de trabalho poderão surgir a partir desse projeto, que mostra que a arte é um agente de mudança, tanto profissional como na vida pessoal”, afirma Andrea Almeida.

Thiago Costa fala que gosta muito da área artística e que muitas pessoas possuem habilidade de criação mas não têm o apoio necessário para mostrar seu potencial. “Acho que este projeto irá encontrar muito talentos que hoje estão ‘escondidos’ no mundo à fora”, declara. As idealizadoras do projeto entendem que ele pode auxiliar no despertar de novos artistas e empreendedores do setor cultural. “Com isso há possibilidade de uma nova fonte de renda, o que mostra a importância econômica e social que um novo olhar sobre a arte pode trazer”, finaliza Rosilane Skraba.