Assassino da mulher continua solto

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Assassino da mulher continua solto Assassino da mulher continua solto
Qualquer informação sobre o paradeiro de Wallington pode ser repassada a Delegacia: 3641-6000

O suspeito, Wallignton Zarochinsk, de matar sua esposa Carol Borges, 20 anos, e estuprar sua cunhada menor de idade, 14 anos, na madrugada de domingo, 26 de maio, em uma pequena residência no prolongamento da Avenida Archelau A. Torres, no Jardim Juruá, continua foragido da polícia. Conforme informações da Polícia Civil, a equipe policial entrou em contato com a família do rapaz e eles informaram que em breve Wallington irá se apresentar, mas até agora nada dele dar as caras: “Já foi decretada a prisão temporária de 30 dias para Wallington por crime hediondo, entendido pelo Poder Legislativo como os que merecem maior reprovação por parte do Estado”, explicou.

Depoimento
A Polícia Civil ainda informou que a menor de idade ameaçada de morte e estuprada por Wallington prestou seu depoimento na delegacia da cidade, mas sua fala não apresentou nenhuma novidade em relação a primeira versão do caso apresentada: “Ela não contou nada de novo, disse que não viu nada e não escutou nada em relação ao homicídio da irmã dela, a Carol. E confirmou que Wallington a ameaçou com uma faca para que se deitasse com ele”, explicou.

Crime
Perto das 22h da noite de sábado, 25 de maio, Wellington e Carol discutiram algo sobre o casamento. Depois disso, perto das 03h, Wellington acordou a menor de idade e com uma faca ameaçou matá-la, juntamente com o filho de Carol, caso ela não se deitasse com ele. Conforme ela afirmou, após estrupá-la, Wellington saiu de casa, momento em que a menor foi até o quarto de sua irmã e a encontrou morta, em cima da cama, com um barbante amarrado no pescoço.

Investigação
Com a prisão temporária expedida, a Polícia continua na procura pelo autor do crime enquanto, também, aguarda sua apresentação na Delegacia da cidade. Informações podem ser repassadas anonimamente para o disk 190 ou para a delegacia no telefone: 3641-6000. As investigações continuam.