Informação, cultura, diversão e prevenção. Esses são os componentes da peça teatral O Auto da Camisinha, que com uma linguagem jovem, diferenciada e criativa desperta nos seus espectadores a atenção para a importância de se proteger de doenças como a AIDS, DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis) e gravidez na adolescência.

O espetáculo trazido pela Secretaria Municipal de Saúde para Araucária já foi apresentado em grandes metrópoles como São Paulo, Rio de Janeiro, Maringá e Curitiba e é uma adaptação do escritor José Mapurunga, de Fortaleza.

O texto conta a história de um jovem casal de namorados de uma pequena cidade do interior, que resolvem ter sua primeira relação sexual. O ponto alto do espetáculo é a descoberta da camisinha, como utilizá-la e sua importância na prevenção de doenças sexualmente transmissíveis, Aids e uma gravidez indesejável. São aproximadamente 40 minutos de muita descontração e gargalhadas aliadas a muita informação e conscientização.

O grupo Companhia Teatro de Imaginação é formado por seis pessoas, entre atores e equipe técnica, existe há mais de 10 anos, já viajou praticamente o Brasil todo e se apresentou para cerca de 400 mil pessoas. Um dos atores do grupo, Lutero de Almeida, conta que para eles esse trabalho tem uma motivação muito especial.

“Acreditamos que acima de tudo o artista tem uma função social e quando conseguimos atingir nosso público, levando a informação, contribuindo de alguma forma para que essas pessoas, esses jovens se protejam e evitem esse grande mal que é a Aids, outras DSTs ou uma gravidez que pode mudar totalmente os rumos da vida de um adolescente, realmente nos sentimos realizados”, afirma.

Espetáculo em Araucária
Este é o segundo ano que o SOA, Serviço de Orientação e Aconselhamento em Aids, traz o grupo para se apresentar na cidade. O diferencial este ano é que a peça está sendo levada às escolas da rede pública do município para alunos de 5ª a 8ª séries.

A coordenadora do SOA, Cleonice Aparecida de Oliveira, explica que é justamente nessa fase que crianças, jovens e adolescentes têm mais dúvidas. “É uma fase de descoberta da sexualidade e optamos por esclarecer essas dúvidas, levando a essas descobertas de uma forma lúdica, porque acreditamos que o alcance da mensagem é maior do que se utilizássemos outro método como palestras, seminários ou material informativo impresso”, destaca.

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