Interessante como as pessoas contam que ficam felizes ao ajudar alguma entidade ou pessoa necessitada. Se essa ajuda é em forma de trabalho voluntário ou mesmo através de doação de alimentos, cobertores ou até dinheiro, não importa. Para quem quer doar, quando o faz, sente uma satisfação imensa. E para quem recebe, a satisfação é maior ainda.

Mas em meio a essa situação, gente que quer ajudar, existe um problema muito sério. Há pouquíssimas instituições para fazer o meio de campo. Não é raro ouvir alguém dizendo que não ajuda mais porque não sabe para quem ou como fazer. Falta de informação sobre a melhor maneira, talvez vergonha de chegar em alguma casa e a pessoa não receber bem a ajuda. Algumas denúncias de desvio de doações, de sumiço de dinheiro, de uso político, entre outras, também não ajudam em nada a combater esse medo. Mesmo assim temos ótimas iniciativas como a que ilustra a reportagem na página quatro desta edição, onde funcionários da Gerdau pintaram a Escola Especial Padre José Anusz. Além dela exemplos como o do Instituto Schnorr e a Fundação Água da Vida – Favi, ambos sediados em Araucária, são casos que merecem nossa atenção e apoio.

Gente séria e dedicada que quer – de verdade – ajudar sua comunidade. Algumas características são comuns nas pessoas responsáveis pela coordenação. São apaixonados pelo trabalho de ajudar o próximo, trabalhadores incansáveis e teimosos. Não adianta dizer que não vai dar. Eles vão lá, insistem, se reorganizam, refazem os planos, fazem o pouco dinheiro esticar e, ao fim, tem conseguido grandes vitórias. A maior delas é o reconhecimento destas comunidades por eles assistidas e, por consequência e só depois de um bom tempo, também pelas autoridades. Eles não só conseguem que suas instituições funcionem e deem certo. Eles dão oportunidade e opção, além de um grande exemplo para todos que querem fazer algo pelo próximo. Inspiram pessoas. Pense nisso e boa leitura.
 

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