Na noite de ontem, dia 30, os vereadores que fazem parte da CPI das Escolas tomaram o depoimento de mais duas pessoas envolvidas na construção da Escola João Sperandio, que está caindo aos pedaços e teve que ser interditada pela Prefeitura, pois corria o risco de cair sobre os alunos.

Foram ouvidas a engen­heira Ivana Álvares Salles, que havia tomado chá de sumiço e teve que ser intimada judicialmente a comparecer à CPI e a ex-secretária de Educação, Maria José Basso de Paula Lima Dietrich, a Nêga. Em seu depoimento, a engenheira afirmou que só era responsável pelas medições dos serviços realizados. No mais, a engenheira se esquivou como pôde das perguntas, ora jogando a culpa pela má qualidade da obra na emprei­teira que construiu a escola, ora no engenheiro Fabiano Melo dos Santos.

Em seguida, falou a ex-secretária de Educação. O depoimento de Nêga não trouxe muitas novidades ao caso. No entanto, ela disse que não solicitou que fossem realizados serviços adicionais durante a construção da Escola. Contrariando, desta forma, o engenheiro Fabiano, que em seu depoimento, afirmou que os aditivos da obra foram realizados a pedido da secretária de Educação da época. Ainda segundo Nêga, a responsável da Secretaria de Educação por acompanhar as obras de interesse da SMED, era a diretora de Infra-Estrutura da pasta, Irene Olbre Zanon, que hoje é diretora geral da Secretaria.

Continua
Na próxima semana novos depoimentos devem ser tomados pela CPI das Escolas, inclusive, os vereadores que integram a comissão estudam a possibilidade de fazer uma confronto entre os engenheiros que trabalharam na obra

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