A quantidade de contratações que a Prefeitura tem feito com a alegação de que são emergenciais tem chamado a atenção. Divulgado nas páginas de O Popular do Paraná, o assunto tomou conta da cidade e, consequentemente, a população em geral e, principalmente os formadores de opinião. Já no meio político a movimentação se mostrou, como não poderia deixar de ser, mais forte e teve até partido que questionando esses emergenciais junto à Câmara, ao Tribunal de Contas e o Ministério Público.

Essas contratações emergenciais, como bem preceitua a legislação brasileira, só devem ser utilizadas em situações onde o administrador não tenha outra alternativa e, mesmo assim, por um curto período de tempo, o que claramente não é o caso de algumas das dispensas firmadas pela Prefeitura.

Contratações emergenciais, ainda mais na quantidade, frequência e no volume de recursos em que tem ocorrido, demonstram – na melhor das hipóteses – que o Município está pecando administrativamente. E, não adianta, sempre que o pecado ocorre, ele deixa rastros, sendo que a imprensa séria e independente, como é o caso de O Popular do Paraná, na medida de suas limitações, vai atrás desses rastros. E não faz isso para atacar esse ou aquele político ou simplesmente para ver prosperar o caos. Faz-se isso porque a informação tem o brilhante poder de transformar. E neste caso estamos falando de uma transformação para melhor! Pensemos nisso e boa leitura
 

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