Professor Rafael de Jesus: Tenho uma fofoca!
Muito antes de o primeiro império erguer suas colunas, a sobrevivência da nossa espécie dependia de uma rede de boatos bem estruturada.
Muito antes de o primeiro império erguer suas colunas, a sobrevivência da nossa espécie dependia de uma rede de boatos bem estruturada.
A história do machismo no Brasil não é um acidente de percurso, mas uma estrutura de longa duração. Desde o período colonial, marcado pela dinâmica do patriarcado agrário e escravocrata, o corpo e o destino da mulher foram submetidos a lógicas de posse e tutela.
A retirada de uma peça publicitária da Converse das redes sociais é analisada à luz da semiótica. O texto mostra como composição visual, contexto histórico e repertório do público produzem sentidos não previstos pela marca.
Coluna do Professor Rafael de Jesus sobre a memória do integralismo brasileiro e sua relação com o autoritarismo contemporâneo.
Carta aberta em memória de Ulysses Guimarães discute rigor historiográfico, ensino de História e o legado da Constituição de 1988.
Maquete criada por alunos do Colégio Estadual Araucária resgata a história da erva-mate e do barbaquá na formação da cidade.
Crônica do Professor Rafael de Jesus sobre a final da Copa do Mundo de 2026 entre Espanha e Argentina, e o simbolismo de Lamine Yamal.
Coluna histórica do Professor Rafael de Jesus resgata a origem do jogo do bicho no Jardim Zoológico do Rio de Janeiro.
Relembre a conquista do tricampeonato mundial de futebol de 1970 pela Seleção Brasileira e como o feito foi apropriado politicamente pela ditadura militar.
Na próxima quarta-feira, 15 de julho, quando o relógio marcar 16h, o Estádio de Atlanta, nos Estados Unidos, deixará de ser apenas uma arena moderna de concreto e aço para se transformar no epicentro de um abalo sísmico global. Argentina e Inglaterra decidem uma vaga na final da Copa do Mundo de 2026. Para os […]
Coluna do Professor Rafael de Jesus reflete sobre a coexistência entre a Onça, o Boi e o Bico-de-lacre — símbolos das matrizes que formaram o Brasil — e a necessidade de uma nova ecologia social que reconheça o espaço de cada uma.
Da fogueira celta ao arraiá araucariense, o artigo do Professor Rafael de Jesus traça a origem europeia, a adaptação brasileira e a identidade local das festas juninas, celebradas como patrimônio cultural imaterial pelo IPHAN.
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