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Olizandro vai até Arns e pede grana pra Educação

Olizandro vai até Arns e pede grana pra Educação
Encontro aconteceu no gabinete de Flávio Arns, em Curitiba

Dois assuntos tomaram grande parte do tempo de uma reunião realizada esta semana entre o prefeito Olizandro José Ferreira (PMDB) e o secretário de Estado da Educação, Flávio Arns: o financiamento de parte dos custos que a Prefeitura de Araucária tem com a manutenção do ensino de 6ª a 9ª série, que constitucionalmente é uma atribuição do Governo do Estado e a construção de uma sede própria para o Colégio Estadual Marilze da Luz Brand, que hoje funciona precariamente no andar superior do salão paroquial da Igreja Matriz.

Segundo Olizandro, o encontro foi produtivo e resultou, entre outras coisas, no compromisso formal do vice-governador de construir um novo prédio para o Colégio Marilze, com as obras iniciando ainda no segundo semestre. “Nós trouxemos o compromisso do Governo do Estado de começar o quanto antes a construção. Será uma parceria em que a Prefeitura vai ceder o terreno. A expectativa é que as obras comecem no início do segundo semestre”, destacou.

Na oportunidade, o prefeito – que estava acompanhado do secretário municipal de Educação, Ronaldo Martins – cobrou de Arns o cumprimento de um convênio firmado entre o Município e o Governo do Estado em 1991. O documento estipula que a Secretaria de Estado da Educação repassaria à Prefeitura de Araucária, mensalmente, o valor gasto pelo Município para manter as séries iniciais do Ensino Fundamental, antigo Ginásio. “Nunca recebemos esse dinheiro e já não suportamos mais essas despesas. Precisamos da ajuda do Governo do Estado”, ponderou Olizandro.

Segundo o secretário municipal de Educação, atualmente dezenove escolas do Município têm os anos finais do Ensino Fundamental custeados pela Prefeitura. “Em todo o Paraná, quem custeia o ensino a partir da 6ª série é o Governo do Estado, menos em Araucária”, relatou Ronaldo.

Solução
Flávio Arns e a equipe da SEED receberam uma cópia do convênio para análise jurídica e ficaram de encaminhar à Prefeitura uma solução para o impasse.
 

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