O ano de 2013 foi especialmente difícil. Em termos de município foi durante os últimos doze meses que o final das obras de modernização da refinaria causou o maior impacto. Nas finanças do município, os impostos, em especial aquele que é cobrado sobre os serviços executados na cidade, e onde se concentrou o maior volume recolhido pelas empresas que fizeram as obras da Repar, caíram substancialmente. Como ninguém na prefeitura nunca deu demonstrações de parecer se preocupar com o futuro, e sempre foi gasto, digo, esbanjado muito dinheiro, as contas começaram a não fechar e faltou dinheiro. Os servidores chegaram a entrar em greve e tudo virou uma bagunça. Ainda vai levar muito tempo para que as finanças da prefeitura voltem a um nível saudável entre receitas e despesas.

Se nas finanças públicas a coisa ficou feia, no comércio em geral não foi diferente. No pico da modernização da Repar, uma legião de mais de quinze mil empregados de outros estados vieram para cá trabalhar, sendo que a presença deles teve grande impacto na economia local e a cidade viveu momentos de grande fartura. Neste ano, como esse povo todo foi embora, as lojas, bares e restaurantes viram a clientela despencar. Do mesmo modo, o setor imobiliário teve um crescimento fora do normal e, neste ano, algo parecido com uma bolha estourou. Hoje não é tão fácil vender um imóvel e os preços dos alugueis voltaram a patamares razoáveis.

A Editora O Popular do Paraná, responsável, entre outros produtos, pelo jornal de mesmo nome, também teve que se ajustar à nova realidade. Reorganizamos-nos, mudamos rotinas e conseguimos superar este ano de negócios apertados. Apesar desses empecilhos, começamos 2014 prontos para continuar levando até você, prezado leitor, tudo o que acontece em nosso município, com o equilíbrio, a independência e a coragem necessários para uma empresa cuja missão é informar!

Aproveite as festas (com moderação) e boa leitura.
 

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