Zona rural registrou eleições tranquilas

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Zona rural registrou eleições tranquilas
Nenhum inconveniente foi registrado na localidade rural e zonas eleitorais tiveram fluxo contínuoZona rural registrou eleições tranquilas
O agente de segurança Amilton da Cruz salientou a tranquilidade e a limpeza durante a noite e no dia da eleição em Guajuvira de BaixoZona rural registrou eleições tranquilas
Com 82 anos de idade, Ana foi legitimar seu voto no Colégio Guajuvira

Apesar de pouco lembrados durante as campanhas eleitorais, os eleitores da zona rural de Araucária se movimentaram cedo para legitimar seu exercício de escolha no que se conhece como democracia no Brasil. Como contou o diretor do Colégio Estadual Guajuvira, Luiz Carlos, que acompanha há três anos as eleições no local, tudo ocorreu tranquilamente: “A maioria das pessoas veio votar na parte da manhã, o fluxo foi contínuo e não houve filas. Tudo transcorreu bem”, confirmou.

A área representa 81,77% do território araucariense e lá se encontram 7.928 dos 92.418 cidadãos votantes da cidade. Como contou Luiz, nesse ano, o único inconveniente foi a ausência de um mesário de uma das quatro seções do Colégio, mas logo foi substituído por um dos suplentes. O destaque ficou por conta da limpeza da área. Amilton da Cruz, agente de segurança do Colégio, comparou com as eleições passadas: “Esse ano tudo está muito limpo. Essa noite foi bem tranquila, nas eleições passadas, por exemplo, de madrugada passavam carros e jogavam vários santinhos por aqui. Dessa vez passaram uns carros normais e nada aconteceu”.

Eleitores
Com 82 anos de idade, nascida e vivida na Área do Campestre, Ana Kmiecik Chuchaia foi votar acompanhada de sua filha Bernadete, 40 anos. “Enquanto eu estiver de pé eu vou votar. Deve ser muito importante para o país”, confessou com um sorriso no rosto, contando que foi fácil mexer na urna eletrônica. Para ela, o candidato eleito tem muita coisa para fazer na zona rural, principalmente em relação a saúde. “Temos um postinho, mas não tem carro pra puxar a gente. Tenho que ir pra Araucária, se tivesse carona pra puxar a gente, seria bem melhor”, contou a dona de casa.

Moradora há 10 anos da área rural de Araucária, Diosiana G. Justino, 25 anos, conta que conhecer profundamente as propostas dos candidatos é complicado para os moradores do local. Sem muito acesso aos veículos de comunicação, as informações são passadas superficialmente pelos carros de som e nos comícios. “É um momento muito importante, a gente decide quem vai botar para trabalhar pela comunidade. Aqui foi feito um CRAS, academia ao livre e um postinho de saúde, mas falta mais especialistas”, revelou.

Ciane Machado, 34 anos, também acredita na importância do voto, tanto é que saiu do seu bairro Turin, acompanhada de seus dois filhos, e foi até a zona rural para legitimar seu voto: “Esqueci de transferir meu título”. Para ela, a principal ação para o novo prefeito é construir mais Casas da Criança. Com 66 anos, Rafael Ternosqui, também acredita no voto como possibilidade de melhorar o município. Ele, que mora no Formigueiro, espera que sua decisão possa ajudar alguma coisa, principalmente na área da saúde da zona rural: “Sempre votei e enquanto puder vou continuar votando”.