Dez mil novas doses da vacina antirrábica humana foram distribuídas na última quarta (21)

Dez mil novas doses da vacina antirrábica humana foram distribuídas na última quarta
Foto: SESA-PR
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Na última quarta-feira (21/06), foi distribuída 10 mil novas doses da vacina antirrábica, que previne contra o vírus da raiva em humanos. Essa vacina trata-se de uma zoonose, ou seja, uma doença infecciona transmitida entre animais e para as pessoas, sendo fatal em quase 100% dos casos.

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) ressalta que nem todos os casos de acidentes antirrábicos necessitam de vacina, com isso, as equipes de saúde devem avaliar caso a caso. Acidentes causados por animais (cão e gato) sadios e passíveis de observação, podem ser dispensados de profilaxia antirrábica.

O contágio ocorre por meio de mordedura, lambedura ou arranhadura de mamíferos contaminados. Além de cães e gatos, animais silvestres, como morcegos de qualquer espécie, raposas, quatis e saguis, também podem transmitir a doença. O esquema de vacinação antirrábica pós-exposição é composto de quatro doses, aplicadas durante três semanas.

Existem alguns critérios que definem a utilização ou não da vacina, indicada em acidentes com cão e gato: condição do animal no momento do acidente, se estava sadio ou apresentava sinais sugestivos de raiva; possibilidade de observação do animal (10 dias); procedência do animal e a característica do acidente (leve ou grave).

Não sendo possível a observação do animal, a recomendação é administrar o esquema indicado. Se o paciente se enquadrar nos critérios, o município de residência deverá agendar a vacinação. Caso a cidade não possua doses em estoque, poderá solicitar à Regional de Saúde de sua abrangência.

Além da vacina, existem alguns cuidados e medidas simples que podem ajudar a evitar a infecção. Após ser agredido por um animal, uma das ações é lavar o local da lesão com água e sabão para a remoção de sujeiras, incluindo a saliva. A pessoa deve procurar imediatamente uma Unidade de Saúde e relatar o ocorrido ao profissional, que avaliará o ferimento e gravidade do caso.

Foto: SESA-PR.

Fonte: AEN.

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