Pesquisar
Close this search box.

Dias da Rocha retoma ano letivo como Colégio Cívico-Militar

Alunos do Dias da Rocha serão recebidos dentro de um novo modelo de gestão educacional. Foto: Marco Charneski
Facebook
LinkedIn
WhatsApp
Telegram
Email
Dias da Rocha retoma ano letivo como Colégio Cívico-Militar
Alunos do Dias da Rocha serão recebidos dentro de um novo modelo de gestão educacional. Foto: Marco Charneski

O Colégio Estadual Dias da Rocha iniciou o ano letivo em 18 de fevereiro, dentro de uma nova realidade. A instituição está entre as que receberam a aprovação da comunidade para se tornarem colégios cívico-militares do Paraná. Dentro de um conceito de gestão compartilhada, o diretor militar e o diretor geral atuam de maneira colaborativa. O diretor civil responderá pela administração como um todo e permanece encarregado das questões pedagógicas. O ocupante do cargo é indicado pela Secretaria de Estado da Educação e do Esporte (SEED). Já o diretor cívico-militar ficará responsável pela infraestrutura, patrimônio, finanças, segurança e atividades cívico-militares, e precisa passar por processo de seleção prévio, ainda em andamento. Segundo a SEED, os colégios cívico-militares terão ainda, dois ou três monitores, também integrantes da Polícia Militar.

Quanto ao modelo de ensino, terá alguns diferenciais com relação às demais instituições. As aulas seguirão o modelo de ensino híbrido, porém os estudantes terão aulas adicionais de Português, Matemática e Civismo, com ênfase no estudo de leis e cidadania. Os alunos do Ensino Médio também terão aulas de Educação Financeira. A questão das mudanças de rotina (além das aulas a mais), não foi informada pela SEED, que adiantou apenas que em breve irá publicar manuais para os estudantes. Ainda assim, os alunos já estão ansiosos e procurando informações junto ao colégio a todo instante. Segundo foi levantado pela nossa reportagem, entre as mudanças estão a proibição de cabelos coloridos e unhas em cores berrantes, e o Hino Nacional será cantado em todo início de turno.

Texto: Maurenn Bernardo

Publicado na edição 1250 – 25/02/2021